Pequena indústria amplia contratações em outubro, mostra pesquisa


Metade dos industriais prevê 2023 mais positivo para os negócios, segundo o Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria

Por Daniela Amorim

A micro e pequena indústria brasileira iniciou o quarto trimestre deste ano ampliando o quadro de funcionários, de acordo com dados do Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi) obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Apesar da tendência de desaceleração da atividade econômica, metade dos empresários industriais se diz otimista que o ano de 2023 seja melhor para os negócios do que 2022.

O Índice de Contratação e Demissão das micro e pequenas indústrias ficou positivo em 106 pontos em outubro, dentro de uma escala de 0 a 200 pontos. Resultados acima de 100 pontos significam saldo positivo de vagas. Os dados são do Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria, com informações coletadas entre os dias 8 e 30 de novembro pelo Datafolha, sob encomenda do Simpi.

Índice de Contratação e Demissão das micro e pequenas indústrias ficou positivo em 106 pontos em outubro, dentro de uma escala de 0 a 200 pontos Foto: Werther Santana/Estadão
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A pesquisa mostrou que 19% das empresas contrataram trabalhadores no mês anterior, enquanto apenas 13% demitiram. O número médio de vagas geradas nas empresas contratantes também superou o de demissões onde houve redução de pessoal. Em média, as indústrias que contrataram abriram 3,7 vagas em outubro, ante um resultado de 3,4 vagas abertas no levantamento anterior, feito em setembro. Nas indústrias que demitiram, houve corte médio de 2,9 vagas no mês de outubro, ante uma média de 2,3 vagas fechadas no levantamento anterior.

“Você tem o fim do ano, em que as empresas estão tentando recuperar as perdas dos meses em que a rentabilidade ficou abaixo do esperado. Pode ser um comprometimento com o desempenho do fim do ano, mas pode ser otimismo com 2023″, avaliou Joseph Couri, presidente do Simpi.

Quanto às expectativas do empresariado, que podem estar sustentando as contratações de funcionários, a pesquisa de novembro mostra que 50% acreditam que o ano de 2023 será melhor para os negócios, enquanto 31% esperam que o próximo ano seja pior do que 2022. Uma fatia de 13% acredita que o ano de 2023 seja igual a 2022 para o desempenho da empresa, e 5% não souberam responder.

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Para Couri, a manutenção prolongada dos juros em patamar elevado, o aumento da inadimplência da população em geral e a dificuldade de acesso de micro e pequenas empresas a linhas de crédito podem mudar em 2023 esse balanço ainda favorável do emprego industrial. Entre os industriais entrevistados, 31% tiveram margem de lucro pior que o esperado no ano de 2022; 25% faturaram menos do que previam; e 28% venderam menos que o planejado.

“Existem políticas de crédito, mas não chega na ponta, só chega para aquele nicho de 10% de empresas”, alertou Couri.

Na avaliação regional, o Índice de Contratação e Demissão mostrou cenário mais favorável em outubro para o emprego industrial no Centro-Oeste/ Norte, onde alcançou 115 pontos, com 29% das indústrias contratando, enquanto 14% demitiram.

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Todas as demais regiões também mostraram resultados positivos: no Sudeste, o índice ficou em 106 pontos; no Sul, 105 pontos; e Nordeste, 102 pontos. Em São Paulo, maior parque industrial brasileiro, o indicador ficou em 107 pontos, com 18% das micro e pequenas indústrias relatando que abriram vagas, ao passo de 12% enxugaram o número de trabalhadores.

Em relação ao porte da indústria, as pequenas ainda têm mais propensão a contratações que reduções de funcionários, mas o resultado foi menos favorável que o visto no levantamento anterior, feito em setembro. O Índice de Contratação e Demissão da pequena indústria caiu de 143 pontos na edição anterior para 111 pontos em outubro: a proporção de empresas com contratações desceu de 56% para 38%, enquanto a fatia que registrou fechamento de vagas subiu de 13% para 27%. A abertura média de vagas no mês de outubro foi de 4,8, contra um fechamento médio de 3,7 postos de trabalho.

Entre as micro indústrias, houve estabilidade no índice, permanecendo em 106 pontos: a proporção de empresas contratantes subiu de 16% no levantamento anterior para 17% em outubro, enquanto a fatia que demitiu aumentou de 10% para 12%. A abertura média de vagas foi de 3,5 em outubro, contra um fechamento médio de 2,6 postos de trabalho.

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O Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria contou com 708 entrevistas realizadas em todo o território nacional.

A micro e pequena indústria brasileira iniciou o quarto trimestre deste ano ampliando o quadro de funcionários, de acordo com dados do Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi) obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Apesar da tendência de desaceleração da atividade econômica, metade dos empresários industriais se diz otimista que o ano de 2023 seja melhor para os negócios do que 2022.

O Índice de Contratação e Demissão das micro e pequenas indústrias ficou positivo em 106 pontos em outubro, dentro de uma escala de 0 a 200 pontos. Resultados acima de 100 pontos significam saldo positivo de vagas. Os dados são do Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria, com informações coletadas entre os dias 8 e 30 de novembro pelo Datafolha, sob encomenda do Simpi.

Índice de Contratação e Demissão das micro e pequenas indústrias ficou positivo em 106 pontos em outubro, dentro de uma escala de 0 a 200 pontos Foto: Werther Santana/Estadão

A pesquisa mostrou que 19% das empresas contrataram trabalhadores no mês anterior, enquanto apenas 13% demitiram. O número médio de vagas geradas nas empresas contratantes também superou o de demissões onde houve redução de pessoal. Em média, as indústrias que contrataram abriram 3,7 vagas em outubro, ante um resultado de 3,4 vagas abertas no levantamento anterior, feito em setembro. Nas indústrias que demitiram, houve corte médio de 2,9 vagas no mês de outubro, ante uma média de 2,3 vagas fechadas no levantamento anterior.

“Você tem o fim do ano, em que as empresas estão tentando recuperar as perdas dos meses em que a rentabilidade ficou abaixo do esperado. Pode ser um comprometimento com o desempenho do fim do ano, mas pode ser otimismo com 2023″, avaliou Joseph Couri, presidente do Simpi.

Quanto às expectativas do empresariado, que podem estar sustentando as contratações de funcionários, a pesquisa de novembro mostra que 50% acreditam que o ano de 2023 será melhor para os negócios, enquanto 31% esperam que o próximo ano seja pior do que 2022. Uma fatia de 13% acredita que o ano de 2023 seja igual a 2022 para o desempenho da empresa, e 5% não souberam responder.

Para Couri, a manutenção prolongada dos juros em patamar elevado, o aumento da inadimplência da população em geral e a dificuldade de acesso de micro e pequenas empresas a linhas de crédito podem mudar em 2023 esse balanço ainda favorável do emprego industrial. Entre os industriais entrevistados, 31% tiveram margem de lucro pior que o esperado no ano de 2022; 25% faturaram menos do que previam; e 28% venderam menos que o planejado.

“Existem políticas de crédito, mas não chega na ponta, só chega para aquele nicho de 10% de empresas”, alertou Couri.

Na avaliação regional, o Índice de Contratação e Demissão mostrou cenário mais favorável em outubro para o emprego industrial no Centro-Oeste/ Norte, onde alcançou 115 pontos, com 29% das indústrias contratando, enquanto 14% demitiram.

Todas as demais regiões também mostraram resultados positivos: no Sudeste, o índice ficou em 106 pontos; no Sul, 105 pontos; e Nordeste, 102 pontos. Em São Paulo, maior parque industrial brasileiro, o indicador ficou em 107 pontos, com 18% das micro e pequenas indústrias relatando que abriram vagas, ao passo de 12% enxugaram o número de trabalhadores.

Em relação ao porte da indústria, as pequenas ainda têm mais propensão a contratações que reduções de funcionários, mas o resultado foi menos favorável que o visto no levantamento anterior, feito em setembro. O Índice de Contratação e Demissão da pequena indústria caiu de 143 pontos na edição anterior para 111 pontos em outubro: a proporção de empresas com contratações desceu de 56% para 38%, enquanto a fatia que registrou fechamento de vagas subiu de 13% para 27%. A abertura média de vagas no mês de outubro foi de 4,8, contra um fechamento médio de 3,7 postos de trabalho.

Entre as micro indústrias, houve estabilidade no índice, permanecendo em 106 pontos: a proporção de empresas contratantes subiu de 16% no levantamento anterior para 17% em outubro, enquanto a fatia que demitiu aumentou de 10% para 12%. A abertura média de vagas foi de 3,5 em outubro, contra um fechamento médio de 2,6 postos de trabalho.

O Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria contou com 708 entrevistas realizadas em todo o território nacional.

A micro e pequena indústria brasileira iniciou o quarto trimestre deste ano ampliando o quadro de funcionários, de acordo com dados do Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi) obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Apesar da tendência de desaceleração da atividade econômica, metade dos empresários industriais se diz otimista que o ano de 2023 seja melhor para os negócios do que 2022.

O Índice de Contratação e Demissão das micro e pequenas indústrias ficou positivo em 106 pontos em outubro, dentro de uma escala de 0 a 200 pontos. Resultados acima de 100 pontos significam saldo positivo de vagas. Os dados são do Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria, com informações coletadas entre os dias 8 e 30 de novembro pelo Datafolha, sob encomenda do Simpi.

Índice de Contratação e Demissão das micro e pequenas indústrias ficou positivo em 106 pontos em outubro, dentro de uma escala de 0 a 200 pontos Foto: Werther Santana/Estadão

A pesquisa mostrou que 19% das empresas contrataram trabalhadores no mês anterior, enquanto apenas 13% demitiram. O número médio de vagas geradas nas empresas contratantes também superou o de demissões onde houve redução de pessoal. Em média, as indústrias que contrataram abriram 3,7 vagas em outubro, ante um resultado de 3,4 vagas abertas no levantamento anterior, feito em setembro. Nas indústrias que demitiram, houve corte médio de 2,9 vagas no mês de outubro, ante uma média de 2,3 vagas fechadas no levantamento anterior.

“Você tem o fim do ano, em que as empresas estão tentando recuperar as perdas dos meses em que a rentabilidade ficou abaixo do esperado. Pode ser um comprometimento com o desempenho do fim do ano, mas pode ser otimismo com 2023″, avaliou Joseph Couri, presidente do Simpi.

Quanto às expectativas do empresariado, que podem estar sustentando as contratações de funcionários, a pesquisa de novembro mostra que 50% acreditam que o ano de 2023 será melhor para os negócios, enquanto 31% esperam que o próximo ano seja pior do que 2022. Uma fatia de 13% acredita que o ano de 2023 seja igual a 2022 para o desempenho da empresa, e 5% não souberam responder.

Para Couri, a manutenção prolongada dos juros em patamar elevado, o aumento da inadimplência da população em geral e a dificuldade de acesso de micro e pequenas empresas a linhas de crédito podem mudar em 2023 esse balanço ainda favorável do emprego industrial. Entre os industriais entrevistados, 31% tiveram margem de lucro pior que o esperado no ano de 2022; 25% faturaram menos do que previam; e 28% venderam menos que o planejado.

“Existem políticas de crédito, mas não chega na ponta, só chega para aquele nicho de 10% de empresas”, alertou Couri.

Na avaliação regional, o Índice de Contratação e Demissão mostrou cenário mais favorável em outubro para o emprego industrial no Centro-Oeste/ Norte, onde alcançou 115 pontos, com 29% das indústrias contratando, enquanto 14% demitiram.

Todas as demais regiões também mostraram resultados positivos: no Sudeste, o índice ficou em 106 pontos; no Sul, 105 pontos; e Nordeste, 102 pontos. Em São Paulo, maior parque industrial brasileiro, o indicador ficou em 107 pontos, com 18% das micro e pequenas indústrias relatando que abriram vagas, ao passo de 12% enxugaram o número de trabalhadores.

Em relação ao porte da indústria, as pequenas ainda têm mais propensão a contratações que reduções de funcionários, mas o resultado foi menos favorável que o visto no levantamento anterior, feito em setembro. O Índice de Contratação e Demissão da pequena indústria caiu de 143 pontos na edição anterior para 111 pontos em outubro: a proporção de empresas com contratações desceu de 56% para 38%, enquanto a fatia que registrou fechamento de vagas subiu de 13% para 27%. A abertura média de vagas no mês de outubro foi de 4,8, contra um fechamento médio de 3,7 postos de trabalho.

Entre as micro indústrias, houve estabilidade no índice, permanecendo em 106 pontos: a proporção de empresas contratantes subiu de 16% no levantamento anterior para 17% em outubro, enquanto a fatia que demitiu aumentou de 10% para 12%. A abertura média de vagas foi de 3,5 em outubro, contra um fechamento médio de 2,6 postos de trabalho.

O Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria contou com 708 entrevistas realizadas em todo o território nacional.

A micro e pequena indústria brasileira iniciou o quarto trimestre deste ano ampliando o quadro de funcionários, de acordo com dados do Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi) obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Apesar da tendência de desaceleração da atividade econômica, metade dos empresários industriais se diz otimista que o ano de 2023 seja melhor para os negócios do que 2022.

O Índice de Contratação e Demissão das micro e pequenas indústrias ficou positivo em 106 pontos em outubro, dentro de uma escala de 0 a 200 pontos. Resultados acima de 100 pontos significam saldo positivo de vagas. Os dados são do Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria, com informações coletadas entre os dias 8 e 30 de novembro pelo Datafolha, sob encomenda do Simpi.

Índice de Contratação e Demissão das micro e pequenas indústrias ficou positivo em 106 pontos em outubro, dentro de uma escala de 0 a 200 pontos Foto: Werther Santana/Estadão

A pesquisa mostrou que 19% das empresas contrataram trabalhadores no mês anterior, enquanto apenas 13% demitiram. O número médio de vagas geradas nas empresas contratantes também superou o de demissões onde houve redução de pessoal. Em média, as indústrias que contrataram abriram 3,7 vagas em outubro, ante um resultado de 3,4 vagas abertas no levantamento anterior, feito em setembro. Nas indústrias que demitiram, houve corte médio de 2,9 vagas no mês de outubro, ante uma média de 2,3 vagas fechadas no levantamento anterior.

“Você tem o fim do ano, em que as empresas estão tentando recuperar as perdas dos meses em que a rentabilidade ficou abaixo do esperado. Pode ser um comprometimento com o desempenho do fim do ano, mas pode ser otimismo com 2023″, avaliou Joseph Couri, presidente do Simpi.

Quanto às expectativas do empresariado, que podem estar sustentando as contratações de funcionários, a pesquisa de novembro mostra que 50% acreditam que o ano de 2023 será melhor para os negócios, enquanto 31% esperam que o próximo ano seja pior do que 2022. Uma fatia de 13% acredita que o ano de 2023 seja igual a 2022 para o desempenho da empresa, e 5% não souberam responder.

Para Couri, a manutenção prolongada dos juros em patamar elevado, o aumento da inadimplência da população em geral e a dificuldade de acesso de micro e pequenas empresas a linhas de crédito podem mudar em 2023 esse balanço ainda favorável do emprego industrial. Entre os industriais entrevistados, 31% tiveram margem de lucro pior que o esperado no ano de 2022; 25% faturaram menos do que previam; e 28% venderam menos que o planejado.

“Existem políticas de crédito, mas não chega na ponta, só chega para aquele nicho de 10% de empresas”, alertou Couri.

Na avaliação regional, o Índice de Contratação e Demissão mostrou cenário mais favorável em outubro para o emprego industrial no Centro-Oeste/ Norte, onde alcançou 115 pontos, com 29% das indústrias contratando, enquanto 14% demitiram.

Todas as demais regiões também mostraram resultados positivos: no Sudeste, o índice ficou em 106 pontos; no Sul, 105 pontos; e Nordeste, 102 pontos. Em São Paulo, maior parque industrial brasileiro, o indicador ficou em 107 pontos, com 18% das micro e pequenas indústrias relatando que abriram vagas, ao passo de 12% enxugaram o número de trabalhadores.

Em relação ao porte da indústria, as pequenas ainda têm mais propensão a contratações que reduções de funcionários, mas o resultado foi menos favorável que o visto no levantamento anterior, feito em setembro. O Índice de Contratação e Demissão da pequena indústria caiu de 143 pontos na edição anterior para 111 pontos em outubro: a proporção de empresas com contratações desceu de 56% para 38%, enquanto a fatia que registrou fechamento de vagas subiu de 13% para 27%. A abertura média de vagas no mês de outubro foi de 4,8, contra um fechamento médio de 3,7 postos de trabalho.

Entre as micro indústrias, houve estabilidade no índice, permanecendo em 106 pontos: a proporção de empresas contratantes subiu de 16% no levantamento anterior para 17% em outubro, enquanto a fatia que demitiu aumentou de 10% para 12%. A abertura média de vagas foi de 3,5 em outubro, contra um fechamento médio de 2,6 postos de trabalho.

O Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria contou com 708 entrevistas realizadas em todo o território nacional.

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