Presidente da Petrobras tem câncer e já iniciou tratamento


Caio Paes de Andrade está no comando da estatal desde junho

Por Gabriel Vasconcelos
Atualização:

Rio - A Petrobras confirmou nesta quinta-feira, 15, ao Estadão/Broadcast que o presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, iniciou um tratamento de saúde. A notícia foi dada aos funcionários da empresa em comunicado interno. Apesar disso, Paes de Andrade seguirá no comando da estatal, despachando normalmente, informou companhia. O executivo passa a maior parte de seus dias em Brasília, longe da sede da Petrobras, no Rio.

Oficialmente, a Petrobras não confirmou o diagnóstico, alegando se tratar de assunto pessoal do presidente. Porém, fontes com conhecimento do caso confirmam que o presidente da Petrobras foi diagnosticado com carcinoma, um tipo de câncer comum, que se desenvolve em células epiteliais que recobrem a pele e a maior parte dos órgãos. Carcinomas têm altas taxas de cura, a depender da estrutura afetada.

Caio Mario Paes de Andrade, substituto de Paulo Uebel Foto: Serpro
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Paes de Andrade assumiu a Petrobras no fim de junho deste ano por indicação da União. Ele é encarado como chave para o processo de rebaixamento técnico dos preços de combustíveis nas refinarias da Petrobras, em linha com as pressões do presidente Jair Bolsonaro (PL), perto das eleições.

Desde o dia 19 de julho, foram quatro reduções na gasolina, com impacto mas bombas de uma queda acumulada de 31,8% nos preços. No caso do diesel, foram dois reajustes, que permitiram redução acumulada de 9,3% nos postos, segundo números da Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP) divulgados na última segunda-feira.

Rio - A Petrobras confirmou nesta quinta-feira, 15, ao Estadão/Broadcast que o presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, iniciou um tratamento de saúde. A notícia foi dada aos funcionários da empresa em comunicado interno. Apesar disso, Paes de Andrade seguirá no comando da estatal, despachando normalmente, informou companhia. O executivo passa a maior parte de seus dias em Brasília, longe da sede da Petrobras, no Rio.

Oficialmente, a Petrobras não confirmou o diagnóstico, alegando se tratar de assunto pessoal do presidente. Porém, fontes com conhecimento do caso confirmam que o presidente da Petrobras foi diagnosticado com carcinoma, um tipo de câncer comum, que se desenvolve em células epiteliais que recobrem a pele e a maior parte dos órgãos. Carcinomas têm altas taxas de cura, a depender da estrutura afetada.

Caio Mario Paes de Andrade, substituto de Paulo Uebel Foto: Serpro

Paes de Andrade assumiu a Petrobras no fim de junho deste ano por indicação da União. Ele é encarado como chave para o processo de rebaixamento técnico dos preços de combustíveis nas refinarias da Petrobras, em linha com as pressões do presidente Jair Bolsonaro (PL), perto das eleições.

Desde o dia 19 de julho, foram quatro reduções na gasolina, com impacto mas bombas de uma queda acumulada de 31,8% nos preços. No caso do diesel, foram dois reajustes, que permitiram redução acumulada de 9,3% nos postos, segundo números da Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP) divulgados na última segunda-feira.

Rio - A Petrobras confirmou nesta quinta-feira, 15, ao Estadão/Broadcast que o presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, iniciou um tratamento de saúde. A notícia foi dada aos funcionários da empresa em comunicado interno. Apesar disso, Paes de Andrade seguirá no comando da estatal, despachando normalmente, informou companhia. O executivo passa a maior parte de seus dias em Brasília, longe da sede da Petrobras, no Rio.

Oficialmente, a Petrobras não confirmou o diagnóstico, alegando se tratar de assunto pessoal do presidente. Porém, fontes com conhecimento do caso confirmam que o presidente da Petrobras foi diagnosticado com carcinoma, um tipo de câncer comum, que se desenvolve em células epiteliais que recobrem a pele e a maior parte dos órgãos. Carcinomas têm altas taxas de cura, a depender da estrutura afetada.

Caio Mario Paes de Andrade, substituto de Paulo Uebel Foto: Serpro

Paes de Andrade assumiu a Petrobras no fim de junho deste ano por indicação da União. Ele é encarado como chave para o processo de rebaixamento técnico dos preços de combustíveis nas refinarias da Petrobras, em linha com as pressões do presidente Jair Bolsonaro (PL), perto das eleições.

Desde o dia 19 de julho, foram quatro reduções na gasolina, com impacto mas bombas de uma queda acumulada de 31,8% nos preços. No caso do diesel, foram dois reajustes, que permitiram redução acumulada de 9,3% nos postos, segundo números da Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP) divulgados na última segunda-feira.

Rio - A Petrobras confirmou nesta quinta-feira, 15, ao Estadão/Broadcast que o presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, iniciou um tratamento de saúde. A notícia foi dada aos funcionários da empresa em comunicado interno. Apesar disso, Paes de Andrade seguirá no comando da estatal, despachando normalmente, informou companhia. O executivo passa a maior parte de seus dias em Brasília, longe da sede da Petrobras, no Rio.

Oficialmente, a Petrobras não confirmou o diagnóstico, alegando se tratar de assunto pessoal do presidente. Porém, fontes com conhecimento do caso confirmam que o presidente da Petrobras foi diagnosticado com carcinoma, um tipo de câncer comum, que se desenvolve em células epiteliais que recobrem a pele e a maior parte dos órgãos. Carcinomas têm altas taxas de cura, a depender da estrutura afetada.

Caio Mario Paes de Andrade, substituto de Paulo Uebel Foto: Serpro

Paes de Andrade assumiu a Petrobras no fim de junho deste ano por indicação da União. Ele é encarado como chave para o processo de rebaixamento técnico dos preços de combustíveis nas refinarias da Petrobras, em linha com as pressões do presidente Jair Bolsonaro (PL), perto das eleições.

Desde o dia 19 de julho, foram quatro reduções na gasolina, com impacto mas bombas de uma queda acumulada de 31,8% nos preços. No caso do diesel, foram dois reajustes, que permitiram redução acumulada de 9,3% nos postos, segundo números da Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP) divulgados na última segunda-feira.

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