Blog dos Colégios

Patriotismo, patriotada e autoestima: educar em tempos da Copa


Uma Copa do Mundo gera uma turbulência que, mesmo em tempos de desânimo nacional, sempre cria uma espiral ascendente de emoções que faz emergir velhas discussões, tais como os limites e os desfrutes do nacionalismo, o que, necessariamente, devem ser levadas às salas de aula.

Por Colégio FAAP

Tal sugestão advém do fato de que, escoimados os ranços ideológicos (sempre muito presentes neste tema), podemos nos valer desses instantes de euforia (ou de frustração) para trabalhar um sentimento que, no nosso caso, sempre esteve relegado: a autoestima que em todos os países desenvolvidos tem altíssima cotação.

Se, de fato, o sentimento de amor à pátria foi usado para os mais espúrios fins, por outro lado, o orgulho de ser parte de uma cultura, de ser construtor de uma nação que não se confunde com governos, é fator consolidador do processo civilizatório.

A quem interessa assumirmos e divulgarmos sermos um país de vira-latas?

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Evidentemente que "a pátria de chuteiras" não pode ser começo e fim de um processo de criação do orgulho de sermos uma nação, mas um momento de que o educador pode se valer para trabalhar, no sentido da cidadania, a construção nacional responsável e consciente de um país do qual queremos nos orgulhar.

Todo o resto é patriotada ou negativismo a serviço de um colonialismo cultural que opera contra nós.

Chega uma hora em que as cassandras de plantão que operam causas escusas nas sombras sejam caladas, mesmo porque, a "saída por Guarulhos" é opção para uma ínfima parte deste Brasil que quer acreditar.

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Professor Henrique Vailati Neto é diretor do Colégio FAAP - SP. Formado em História e Pedagogia, com mestrado em Administração. É professor universitário nas disciplinas de Sociologia e Ciência Política. Tem quatro filhos e quatro netos.

 

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Troque ideia com o professor: col.diretoria@faap.br

Tal sugestão advém do fato de que, escoimados os ranços ideológicos (sempre muito presentes neste tema), podemos nos valer desses instantes de euforia (ou de frustração) para trabalhar um sentimento que, no nosso caso, sempre esteve relegado: a autoestima que em todos os países desenvolvidos tem altíssima cotação.

Se, de fato, o sentimento de amor à pátria foi usado para os mais espúrios fins, por outro lado, o orgulho de ser parte de uma cultura, de ser construtor de uma nação que não se confunde com governos, é fator consolidador do processo civilizatório.

A quem interessa assumirmos e divulgarmos sermos um país de vira-latas?

Evidentemente que "a pátria de chuteiras" não pode ser começo e fim de um processo de criação do orgulho de sermos uma nação, mas um momento de que o educador pode se valer para trabalhar, no sentido da cidadania, a construção nacional responsável e consciente de um país do qual queremos nos orgulhar.

Todo o resto é patriotada ou negativismo a serviço de um colonialismo cultural que opera contra nós.

Chega uma hora em que as cassandras de plantão que operam causas escusas nas sombras sejam caladas, mesmo porque, a "saída por Guarulhos" é opção para uma ínfima parte deste Brasil que quer acreditar.

 

Professor Henrique Vailati Neto é diretor do Colégio FAAP - SP. Formado em História e Pedagogia, com mestrado em Administração. É professor universitário nas disciplinas de Sociologia e Ciência Política. Tem quatro filhos e quatro netos.

 

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Tal sugestão advém do fato de que, escoimados os ranços ideológicos (sempre muito presentes neste tema), podemos nos valer desses instantes de euforia (ou de frustração) para trabalhar um sentimento que, no nosso caso, sempre esteve relegado: a autoestima que em todos os países desenvolvidos tem altíssima cotação.

Se, de fato, o sentimento de amor à pátria foi usado para os mais espúrios fins, por outro lado, o orgulho de ser parte de uma cultura, de ser construtor de uma nação que não se confunde com governos, é fator consolidador do processo civilizatório.

A quem interessa assumirmos e divulgarmos sermos um país de vira-latas?

Evidentemente que "a pátria de chuteiras" não pode ser começo e fim de um processo de criação do orgulho de sermos uma nação, mas um momento de que o educador pode se valer para trabalhar, no sentido da cidadania, a construção nacional responsável e consciente de um país do qual queremos nos orgulhar.

Todo o resto é patriotada ou negativismo a serviço de um colonialismo cultural que opera contra nós.

Chega uma hora em que as cassandras de plantão que operam causas escusas nas sombras sejam caladas, mesmo porque, a "saída por Guarulhos" é opção para uma ínfima parte deste Brasil que quer acreditar.

 

Professor Henrique Vailati Neto é diretor do Colégio FAAP - SP. Formado em História e Pedagogia, com mestrado em Administração. É professor universitário nas disciplinas de Sociologia e Ciência Política. Tem quatro filhos e quatro netos.

 

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Tal sugestão advém do fato de que, escoimados os ranços ideológicos (sempre muito presentes neste tema), podemos nos valer desses instantes de euforia (ou de frustração) para trabalhar um sentimento que, no nosso caso, sempre esteve relegado: a autoestima que em todos os países desenvolvidos tem altíssima cotação.

Se, de fato, o sentimento de amor à pátria foi usado para os mais espúrios fins, por outro lado, o orgulho de ser parte de uma cultura, de ser construtor de uma nação que não se confunde com governos, é fator consolidador do processo civilizatório.

A quem interessa assumirmos e divulgarmos sermos um país de vira-latas?

Evidentemente que "a pátria de chuteiras" não pode ser começo e fim de um processo de criação do orgulho de sermos uma nação, mas um momento de que o educador pode se valer para trabalhar, no sentido da cidadania, a construção nacional responsável e consciente de um país do qual queremos nos orgulhar.

Todo o resto é patriotada ou negativismo a serviço de um colonialismo cultural que opera contra nós.

Chega uma hora em que as cassandras de plantão que operam causas escusas nas sombras sejam caladas, mesmo porque, a "saída por Guarulhos" é opção para uma ínfima parte deste Brasil que quer acreditar.

 

Professor Henrique Vailati Neto é diretor do Colégio FAAP - SP. Formado em História e Pedagogia, com mestrado em Administração. É professor universitário nas disciplinas de Sociologia e Ciência Política. Tem quatro filhos e quatro netos.

 

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