Projeto de reforço escolar impulsiona novos talentos para grandes empresas


Alicerce qualifica mão de obra para o mercado de trabalho e oferece oportunidades a alunos da periferia

Por Ítalo Cosme

Após terminar o ensino médio de forma remota, por causa da covid-19, o aprendizado de Sâmara Vieira, de 20 anos, ficou comprometido. A situação piorou quando a jovem perdeu o emprego de vendedora em uma loja de roupas. Mas não desistiu: encontrou uma oportunidade no projeto Alicerce Educação para recuperar gratuitamente o conteúdo defasado e ainda disputar uma vaga no atendimento do Nubank e de outras empresas parceiras. Ela tem aulas de reforço educacional, ajustadas a suas dificuldades de leitura, escrita, Matemática, Inglês e competências do século 21, desde o projeto de vida ao repertório cultural, além de preparação para o mercado de trabalho. As aulas de Sâmara são no Jaçanã, distrito da zona norte de São Paulo, todos os dias da semana. “O curso me dá uma visão ampla do mercado. Eu reviso conteúdos básicos que vi no ensino fundamental e ainda tenho contato com pessoas que têm mais experiência do que eu”, conta Sâmara.

'Reviso conteúdos básicos e tenho contato com pessoas com mais experiência do que eu', diz Sâmara Foto: TABA BENEDICTO / ESTADÃO
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A jovem faz parte da segunda edição do programa do Alicerce em parceria com o Nubank voltado às pessoas negras da periferia de São Paulo ou em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é qualificar a mão de obra dos participantes e encaminhá-los ao mercado de trabalho. No entanto, o reforço educacional não é apenas para quem busca uma nova ocupação.Paulo Batista, fundador e CEO do Alicerce Educação, contabiliza mais de 12 mil crianças, jovens e adultos, de 14 Estados, em mais de 120 unidades espalhadas pelo País, já beneficiados pela iniciativa. Para as pessoas de baixa renda, moradores da periferia das grandes cidades, a oportunidade é gratuita. “A grande verdade é que no Brasil quase todo mundo tem diploma, mas a maioria aprendeu muito pouco”, diz. O Alicerce atende pessoas de todas as idades, das classes B, C, D e E. Os mais jovens, em idade escolar, recebem o reforço no contraturno, mas sem foco no mercado de trabalho. De acordo com o perfil econômico, há um valor simbólico para contribuir. Parcerias com empresas também são feitas, seja para dar o reforço educacional e encaminhá-los para processo seletivo, seja para reforçar as competências de quem já está na organização. O trabalho do projeto ganhou ainda mais importância neste momento de recuperação da aprendizagem por causa dos impactos da pandemia, seja para os estudantes que tiveram as aulas presenciais interrompidas ou para aprimorar conhecimentos de quem já está no mercado de trabalho. Paulo Batista classifica a atuação do Alicerce como um exemplo de negócio de impacto social. “O nosso problema é trabalhar para resolver a falta de acesso à educação que a periferia tem”, reforça. A parceria com o Nubank foi lançada para mais de 400 jovens negros da periferia de São Paulo. Assim como Sâmara, no fim eles serão encaminhados para processos seletivos no banco digital e em empresas parceiras. “Esse curso é uma oportunidade de eu me qualificar ainda mais”, diz a estudante ao reafirmar o gosto de lidar com público. “Mesmo que eu não consiga uma vaga, sei que essa experiência vai servir para outras oportunidades.” Sâmara ressalta ainda o ânimo que identifica nos demais colegas durante as aulas. “Ninguém chega de mau humor, mesmo que seja pela manhã. Todo mundo tem o propósito, quer muito.” No fim do ano passado, o Alicerce, em parceria com a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), lançou edital para capacitar 100 jovens de Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Após as aulas de revisão e preparação, os contemplados participaram do processo seletivo de Jovem Aprendiz da empresa, sendo que 80 alunos passaram e foram trabalhar na CSN. Paulo Batista ressalta ainda a importância de capacitar quem já está dentro das organizações. Um dos exemplos é a parceria com a MRV Engenharia. Foram criadas salas de aula nos canteiros de 50 obras da empresa. Pedreiros, ajudantes e outros colaboradores passaram por reforço escolar e, assim, puderam desenvolver melhor o trabalho. Segundo Paulo Batista, há pouco mais de um ano cerca de mil pessoas eram atendidas pelo Alicerce. Hoje, esse número chega a 12 mil. “Nosso planejamento é chegar a 1 milhão em poucos anos”, projeta.

Após terminar o ensino médio de forma remota, por causa da covid-19, o aprendizado de Sâmara Vieira, de 20 anos, ficou comprometido. A situação piorou quando a jovem perdeu o emprego de vendedora em uma loja de roupas. Mas não desistiu: encontrou uma oportunidade no projeto Alicerce Educação para recuperar gratuitamente o conteúdo defasado e ainda disputar uma vaga no atendimento do Nubank e de outras empresas parceiras. Ela tem aulas de reforço educacional, ajustadas a suas dificuldades de leitura, escrita, Matemática, Inglês e competências do século 21, desde o projeto de vida ao repertório cultural, além de preparação para o mercado de trabalho. As aulas de Sâmara são no Jaçanã, distrito da zona norte de São Paulo, todos os dias da semana. “O curso me dá uma visão ampla do mercado. Eu reviso conteúdos básicos que vi no ensino fundamental e ainda tenho contato com pessoas que têm mais experiência do que eu”, conta Sâmara.

'Reviso conteúdos básicos e tenho contato com pessoas com mais experiência do que eu', diz Sâmara Foto: TABA BENEDICTO / ESTADÃO

A jovem faz parte da segunda edição do programa do Alicerce em parceria com o Nubank voltado às pessoas negras da periferia de São Paulo ou em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é qualificar a mão de obra dos participantes e encaminhá-los ao mercado de trabalho. No entanto, o reforço educacional não é apenas para quem busca uma nova ocupação.Paulo Batista, fundador e CEO do Alicerce Educação, contabiliza mais de 12 mil crianças, jovens e adultos, de 14 Estados, em mais de 120 unidades espalhadas pelo País, já beneficiados pela iniciativa. Para as pessoas de baixa renda, moradores da periferia das grandes cidades, a oportunidade é gratuita. “A grande verdade é que no Brasil quase todo mundo tem diploma, mas a maioria aprendeu muito pouco”, diz. O Alicerce atende pessoas de todas as idades, das classes B, C, D e E. Os mais jovens, em idade escolar, recebem o reforço no contraturno, mas sem foco no mercado de trabalho. De acordo com o perfil econômico, há um valor simbólico para contribuir. Parcerias com empresas também são feitas, seja para dar o reforço educacional e encaminhá-los para processo seletivo, seja para reforçar as competências de quem já está na organização. O trabalho do projeto ganhou ainda mais importância neste momento de recuperação da aprendizagem por causa dos impactos da pandemia, seja para os estudantes que tiveram as aulas presenciais interrompidas ou para aprimorar conhecimentos de quem já está no mercado de trabalho. Paulo Batista classifica a atuação do Alicerce como um exemplo de negócio de impacto social. “O nosso problema é trabalhar para resolver a falta de acesso à educação que a periferia tem”, reforça. A parceria com o Nubank foi lançada para mais de 400 jovens negros da periferia de São Paulo. Assim como Sâmara, no fim eles serão encaminhados para processos seletivos no banco digital e em empresas parceiras. “Esse curso é uma oportunidade de eu me qualificar ainda mais”, diz a estudante ao reafirmar o gosto de lidar com público. “Mesmo que eu não consiga uma vaga, sei que essa experiência vai servir para outras oportunidades.” Sâmara ressalta ainda o ânimo que identifica nos demais colegas durante as aulas. “Ninguém chega de mau humor, mesmo que seja pela manhã. Todo mundo tem o propósito, quer muito.” No fim do ano passado, o Alicerce, em parceria com a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), lançou edital para capacitar 100 jovens de Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Após as aulas de revisão e preparação, os contemplados participaram do processo seletivo de Jovem Aprendiz da empresa, sendo que 80 alunos passaram e foram trabalhar na CSN. Paulo Batista ressalta ainda a importância de capacitar quem já está dentro das organizações. Um dos exemplos é a parceria com a MRV Engenharia. Foram criadas salas de aula nos canteiros de 50 obras da empresa. Pedreiros, ajudantes e outros colaboradores passaram por reforço escolar e, assim, puderam desenvolver melhor o trabalho. Segundo Paulo Batista, há pouco mais de um ano cerca de mil pessoas eram atendidas pelo Alicerce. Hoje, esse número chega a 12 mil. “Nosso planejamento é chegar a 1 milhão em poucos anos”, projeta.

Após terminar o ensino médio de forma remota, por causa da covid-19, o aprendizado de Sâmara Vieira, de 20 anos, ficou comprometido. A situação piorou quando a jovem perdeu o emprego de vendedora em uma loja de roupas. Mas não desistiu: encontrou uma oportunidade no projeto Alicerce Educação para recuperar gratuitamente o conteúdo defasado e ainda disputar uma vaga no atendimento do Nubank e de outras empresas parceiras. Ela tem aulas de reforço educacional, ajustadas a suas dificuldades de leitura, escrita, Matemática, Inglês e competências do século 21, desde o projeto de vida ao repertório cultural, além de preparação para o mercado de trabalho. As aulas de Sâmara são no Jaçanã, distrito da zona norte de São Paulo, todos os dias da semana. “O curso me dá uma visão ampla do mercado. Eu reviso conteúdos básicos que vi no ensino fundamental e ainda tenho contato com pessoas que têm mais experiência do que eu”, conta Sâmara.

'Reviso conteúdos básicos e tenho contato com pessoas com mais experiência do que eu', diz Sâmara Foto: TABA BENEDICTO / ESTADÃO

A jovem faz parte da segunda edição do programa do Alicerce em parceria com o Nubank voltado às pessoas negras da periferia de São Paulo ou em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é qualificar a mão de obra dos participantes e encaminhá-los ao mercado de trabalho. No entanto, o reforço educacional não é apenas para quem busca uma nova ocupação.Paulo Batista, fundador e CEO do Alicerce Educação, contabiliza mais de 12 mil crianças, jovens e adultos, de 14 Estados, em mais de 120 unidades espalhadas pelo País, já beneficiados pela iniciativa. Para as pessoas de baixa renda, moradores da periferia das grandes cidades, a oportunidade é gratuita. “A grande verdade é que no Brasil quase todo mundo tem diploma, mas a maioria aprendeu muito pouco”, diz. O Alicerce atende pessoas de todas as idades, das classes B, C, D e E. Os mais jovens, em idade escolar, recebem o reforço no contraturno, mas sem foco no mercado de trabalho. De acordo com o perfil econômico, há um valor simbólico para contribuir. Parcerias com empresas também são feitas, seja para dar o reforço educacional e encaminhá-los para processo seletivo, seja para reforçar as competências de quem já está na organização. O trabalho do projeto ganhou ainda mais importância neste momento de recuperação da aprendizagem por causa dos impactos da pandemia, seja para os estudantes que tiveram as aulas presenciais interrompidas ou para aprimorar conhecimentos de quem já está no mercado de trabalho. Paulo Batista classifica a atuação do Alicerce como um exemplo de negócio de impacto social. “O nosso problema é trabalhar para resolver a falta de acesso à educação que a periferia tem”, reforça. A parceria com o Nubank foi lançada para mais de 400 jovens negros da periferia de São Paulo. Assim como Sâmara, no fim eles serão encaminhados para processos seletivos no banco digital e em empresas parceiras. “Esse curso é uma oportunidade de eu me qualificar ainda mais”, diz a estudante ao reafirmar o gosto de lidar com público. “Mesmo que eu não consiga uma vaga, sei que essa experiência vai servir para outras oportunidades.” Sâmara ressalta ainda o ânimo que identifica nos demais colegas durante as aulas. “Ninguém chega de mau humor, mesmo que seja pela manhã. Todo mundo tem o propósito, quer muito.” No fim do ano passado, o Alicerce, em parceria com a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), lançou edital para capacitar 100 jovens de Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Após as aulas de revisão e preparação, os contemplados participaram do processo seletivo de Jovem Aprendiz da empresa, sendo que 80 alunos passaram e foram trabalhar na CSN. Paulo Batista ressalta ainda a importância de capacitar quem já está dentro das organizações. Um dos exemplos é a parceria com a MRV Engenharia. Foram criadas salas de aula nos canteiros de 50 obras da empresa. Pedreiros, ajudantes e outros colaboradores passaram por reforço escolar e, assim, puderam desenvolver melhor o trabalho. Segundo Paulo Batista, há pouco mais de um ano cerca de mil pessoas eram atendidas pelo Alicerce. Hoje, esse número chega a 12 mil. “Nosso planejamento é chegar a 1 milhão em poucos anos”, projeta.

Após terminar o ensino médio de forma remota, por causa da covid-19, o aprendizado de Sâmara Vieira, de 20 anos, ficou comprometido. A situação piorou quando a jovem perdeu o emprego de vendedora em uma loja de roupas. Mas não desistiu: encontrou uma oportunidade no projeto Alicerce Educação para recuperar gratuitamente o conteúdo defasado e ainda disputar uma vaga no atendimento do Nubank e de outras empresas parceiras. Ela tem aulas de reforço educacional, ajustadas a suas dificuldades de leitura, escrita, Matemática, Inglês e competências do século 21, desde o projeto de vida ao repertório cultural, além de preparação para o mercado de trabalho. As aulas de Sâmara são no Jaçanã, distrito da zona norte de São Paulo, todos os dias da semana. “O curso me dá uma visão ampla do mercado. Eu reviso conteúdos básicos que vi no ensino fundamental e ainda tenho contato com pessoas que têm mais experiência do que eu”, conta Sâmara.

'Reviso conteúdos básicos e tenho contato com pessoas com mais experiência do que eu', diz Sâmara Foto: TABA BENEDICTO / ESTADÃO

A jovem faz parte da segunda edição do programa do Alicerce em parceria com o Nubank voltado às pessoas negras da periferia de São Paulo ou em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é qualificar a mão de obra dos participantes e encaminhá-los ao mercado de trabalho. No entanto, o reforço educacional não é apenas para quem busca uma nova ocupação.Paulo Batista, fundador e CEO do Alicerce Educação, contabiliza mais de 12 mil crianças, jovens e adultos, de 14 Estados, em mais de 120 unidades espalhadas pelo País, já beneficiados pela iniciativa. Para as pessoas de baixa renda, moradores da periferia das grandes cidades, a oportunidade é gratuita. “A grande verdade é que no Brasil quase todo mundo tem diploma, mas a maioria aprendeu muito pouco”, diz. O Alicerce atende pessoas de todas as idades, das classes B, C, D e E. Os mais jovens, em idade escolar, recebem o reforço no contraturno, mas sem foco no mercado de trabalho. De acordo com o perfil econômico, há um valor simbólico para contribuir. Parcerias com empresas também são feitas, seja para dar o reforço educacional e encaminhá-los para processo seletivo, seja para reforçar as competências de quem já está na organização. O trabalho do projeto ganhou ainda mais importância neste momento de recuperação da aprendizagem por causa dos impactos da pandemia, seja para os estudantes que tiveram as aulas presenciais interrompidas ou para aprimorar conhecimentos de quem já está no mercado de trabalho. Paulo Batista classifica a atuação do Alicerce como um exemplo de negócio de impacto social. “O nosso problema é trabalhar para resolver a falta de acesso à educação que a periferia tem”, reforça. A parceria com o Nubank foi lançada para mais de 400 jovens negros da periferia de São Paulo. Assim como Sâmara, no fim eles serão encaminhados para processos seletivos no banco digital e em empresas parceiras. “Esse curso é uma oportunidade de eu me qualificar ainda mais”, diz a estudante ao reafirmar o gosto de lidar com público. “Mesmo que eu não consiga uma vaga, sei que essa experiência vai servir para outras oportunidades.” Sâmara ressalta ainda o ânimo que identifica nos demais colegas durante as aulas. “Ninguém chega de mau humor, mesmo que seja pela manhã. Todo mundo tem o propósito, quer muito.” No fim do ano passado, o Alicerce, em parceria com a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), lançou edital para capacitar 100 jovens de Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Após as aulas de revisão e preparação, os contemplados participaram do processo seletivo de Jovem Aprendiz da empresa, sendo que 80 alunos passaram e foram trabalhar na CSN. Paulo Batista ressalta ainda a importância de capacitar quem já está dentro das organizações. Um dos exemplos é a parceria com a MRV Engenharia. Foram criadas salas de aula nos canteiros de 50 obras da empresa. Pedreiros, ajudantes e outros colaboradores passaram por reforço escolar e, assim, puderam desenvolver melhor o trabalho. Segundo Paulo Batista, há pouco mais de um ano cerca de mil pessoas eram atendidas pelo Alicerce. Hoje, esse número chega a 12 mil. “Nosso planejamento é chegar a 1 milhão em poucos anos”, projeta.

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