Árbitros voltam a ser alvo de críticas após polêmicas em clássicos; veja reclamações


Duelos entre São Paulo e Santos e Vasco e Fluminense são marcados por protagonismo da arbitragem e reclamações de dirigentes e comissão técnica; equívocos se estendem a outros clubes e CBF admite erro na Copa do Nordeste

Por Rodrigo Sampaio
Atualização:

A rodada dos Estaduais desta quarta-feira, dia 14, colocou em pauta novamente o trabalho dos árbitros. Clássicos como São Paulo x Santos e Vasco x Fluminense foram cercados de críticas aos juízes, com reclamações de dirigentes e comissão técnica após os confrontos. As queixas neste início de temporada também se estendem a outros clubes, com direito a jogo anulado e lambança na terceira divisão Paulista, além da admissão de erro por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na Copa do Nordeste.

Antes mesmo da bola rolar para São Paulo e Santos, no MorumBis, o clube alvinegro emitiu uma nota oficial contestando a escolha de Edina Alves Batista para apitar o clássico, citando “erros graves do passado”. O time santista venceu por 1 a 0, em uma partida recheada de polêmicas. A equipe tricolor reclamou bastante do pênalti marcado a favor do rival, que originou o único gol da partida, feito por Morelos. Os donos da casa chegaram a balançar as redes, com Erick, mas o lance foi anulado depois de Edna assinalar toque de mão ao ser chamada para revisar a jogada no VAR.

Julio Casares, presidente do São Paulo, afirmou que a contestação pela escolha de Edna por parte do adversário influenciou na atuação de arbitragem. “A arbitragem hoje se mostrou insegura, picotou o jogo, desproporcionalmente marcou faltas a favor do adversário em relação ao São Paulo. Eu não vou discutir os lances capitais, o VAR chamou. Para mim, o pênalti foi rigoroso demais, mas a arbitragem prejudicou, inclusive, mal posicionada”, disse.

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Edina Alves Batista foi criticada pelos são-paulinos por atuação em clássico com o Santos.  Foto: Paulo Pinto/SPFC

No Rio, a arbitragem de Bruno Mota Correia foi detonada pelo auxiliar-técnico Emiliano Díaz, do Vasco, no 0 a 0 com o Fluminense, pelo Cariocão. O filho do treinador Ramón Díaz entendeu que a equipe foi “roubada” após não serem marcadas duas penalidades a favor dos vascaínos, além da anulação de um gol. Ao fim da partida, que terminou com quatro amarelos e um vermelho para cada lado. O diretor de futebol Alexandre Mattos e outros representantes do clube foram à sala do árbitro de vídeo. Em pronunciamento, o dirigente afirma que esta não é a primeira vez que o Vasco é prejudicado no Estadual.

“Quando cheguei me falaram que o Vasco era muito prejudicado e, infelizmente, estou vendo a dificuldade do Vasco no Carioca. Um pouco de má vontade com incompetência, mas está demais. O Vasco não vai mais em federação discutir árbitro. Para quê? Somos recebidos bem, aceitamos, tentamos ajudar, até parabenizo o presidente que tenta fazer algo decente, mas o material humano está comprometendo todo o trabalho. Erros que não deveriam acontecer, principalmente quando se tem o VAR”, disse Mattos.

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Lambança no Paulista A3 e ‘erro grotesco’ no Cariocão

Falhas na arbitragem também ocorreram em escalões menores dos Estaduais. Na Série A3 do Campeonato Paulista, a vitória do Catanduva sobre o Grêmio Prudente, por 2 a 1, foi anulada pelo Tribunal de Justiça Desportiva depois de o time catanduvense realizar seis substituições, uma a mais do que o permitido, sem a equipe de árbitros se dar conta. O resultado positivo dos donos da casa contou com um gol de letra de Thiago Ribeiro, ex-São Paulo, Santos e Cruzeiro.

Outra bizarrice aconteceu no Campeonato Carioca — mas na primeira divisão. O Volta Redonda emitiu nota oficial no dia 8 de janeiro reclamando da não marcação de um pênalti no duelo com o Bangu, fora de casa. O “erro grotesco” do árbitro Alan Trindade da Silva, nas palavras do próprio clube, aconteceu quando o zagueiro Victor Oliveira claramente cortou um cruzamento com a mão direita. Após a partida, empatada em 1 a 1, o Volta Redonda informou que ia apresentar uma queixa formal ao Departamento de Arbitragem da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj).

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CBF admite erro na Copa do Nordeste

No dia 6 de fevereiro, a Comissão de Arbitragem da CBF enviou um documento à Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF) admitindo um erro cometido por Ruthyanna Camila Medeiros da Silva na vitória do Fortaleza sobre o América-RN, por 2 a 1, pela Copa do Nordeste. Na ocasião, a árbitra marcou um pênalti não existente sobre o atacante Marinho, que deu origem ao gol de empate dos cearenses.

Tanto a FNF quanto o América pediram à CBF a implementação do VAR em partidas da fase de grupos da Copa do Nordeste. A entidade máxima do futebol brasileiro alegou que o uso da tecnologia “depende de uma série de condições técnicas dos estádios onde serão utilizadas, além de homologação dos árbitros a serem escalados”. A CBF afirmou, ainda, que o árbitro de vídeo será implementado na fase inicial do torneio em “um futuro próximo”.

A rodada dos Estaduais desta quarta-feira, dia 14, colocou em pauta novamente o trabalho dos árbitros. Clássicos como São Paulo x Santos e Vasco x Fluminense foram cercados de críticas aos juízes, com reclamações de dirigentes e comissão técnica após os confrontos. As queixas neste início de temporada também se estendem a outros clubes, com direito a jogo anulado e lambança na terceira divisão Paulista, além da admissão de erro por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na Copa do Nordeste.

Antes mesmo da bola rolar para São Paulo e Santos, no MorumBis, o clube alvinegro emitiu uma nota oficial contestando a escolha de Edina Alves Batista para apitar o clássico, citando “erros graves do passado”. O time santista venceu por 1 a 0, em uma partida recheada de polêmicas. A equipe tricolor reclamou bastante do pênalti marcado a favor do rival, que originou o único gol da partida, feito por Morelos. Os donos da casa chegaram a balançar as redes, com Erick, mas o lance foi anulado depois de Edna assinalar toque de mão ao ser chamada para revisar a jogada no VAR.

Julio Casares, presidente do São Paulo, afirmou que a contestação pela escolha de Edna por parte do adversário influenciou na atuação de arbitragem. “A arbitragem hoje se mostrou insegura, picotou o jogo, desproporcionalmente marcou faltas a favor do adversário em relação ao São Paulo. Eu não vou discutir os lances capitais, o VAR chamou. Para mim, o pênalti foi rigoroso demais, mas a arbitragem prejudicou, inclusive, mal posicionada”, disse.

Edina Alves Batista foi criticada pelos são-paulinos por atuação em clássico com o Santos.  Foto: Paulo Pinto/SPFC

No Rio, a arbitragem de Bruno Mota Correia foi detonada pelo auxiliar-técnico Emiliano Díaz, do Vasco, no 0 a 0 com o Fluminense, pelo Cariocão. O filho do treinador Ramón Díaz entendeu que a equipe foi “roubada” após não serem marcadas duas penalidades a favor dos vascaínos, além da anulação de um gol. Ao fim da partida, que terminou com quatro amarelos e um vermelho para cada lado. O diretor de futebol Alexandre Mattos e outros representantes do clube foram à sala do árbitro de vídeo. Em pronunciamento, o dirigente afirma que esta não é a primeira vez que o Vasco é prejudicado no Estadual.

“Quando cheguei me falaram que o Vasco era muito prejudicado e, infelizmente, estou vendo a dificuldade do Vasco no Carioca. Um pouco de má vontade com incompetência, mas está demais. O Vasco não vai mais em federação discutir árbitro. Para quê? Somos recebidos bem, aceitamos, tentamos ajudar, até parabenizo o presidente que tenta fazer algo decente, mas o material humano está comprometendo todo o trabalho. Erros que não deveriam acontecer, principalmente quando se tem o VAR”, disse Mattos.

Lambança no Paulista A3 e ‘erro grotesco’ no Cariocão

Falhas na arbitragem também ocorreram em escalões menores dos Estaduais. Na Série A3 do Campeonato Paulista, a vitória do Catanduva sobre o Grêmio Prudente, por 2 a 1, foi anulada pelo Tribunal de Justiça Desportiva depois de o time catanduvense realizar seis substituições, uma a mais do que o permitido, sem a equipe de árbitros se dar conta. O resultado positivo dos donos da casa contou com um gol de letra de Thiago Ribeiro, ex-São Paulo, Santos e Cruzeiro.

Outra bizarrice aconteceu no Campeonato Carioca — mas na primeira divisão. O Volta Redonda emitiu nota oficial no dia 8 de janeiro reclamando da não marcação de um pênalti no duelo com o Bangu, fora de casa. O “erro grotesco” do árbitro Alan Trindade da Silva, nas palavras do próprio clube, aconteceu quando o zagueiro Victor Oliveira claramente cortou um cruzamento com a mão direita. Após a partida, empatada em 1 a 1, o Volta Redonda informou que ia apresentar uma queixa formal ao Departamento de Arbitragem da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj).

CBF admite erro na Copa do Nordeste

No dia 6 de fevereiro, a Comissão de Arbitragem da CBF enviou um documento à Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF) admitindo um erro cometido por Ruthyanna Camila Medeiros da Silva na vitória do Fortaleza sobre o América-RN, por 2 a 1, pela Copa do Nordeste. Na ocasião, a árbitra marcou um pênalti não existente sobre o atacante Marinho, que deu origem ao gol de empate dos cearenses.

Tanto a FNF quanto o América pediram à CBF a implementação do VAR em partidas da fase de grupos da Copa do Nordeste. A entidade máxima do futebol brasileiro alegou que o uso da tecnologia “depende de uma série de condições técnicas dos estádios onde serão utilizadas, além de homologação dos árbitros a serem escalados”. A CBF afirmou, ainda, que o árbitro de vídeo será implementado na fase inicial do torneio em “um futuro próximo”.

A rodada dos Estaduais desta quarta-feira, dia 14, colocou em pauta novamente o trabalho dos árbitros. Clássicos como São Paulo x Santos e Vasco x Fluminense foram cercados de críticas aos juízes, com reclamações de dirigentes e comissão técnica após os confrontos. As queixas neste início de temporada também se estendem a outros clubes, com direito a jogo anulado e lambança na terceira divisão Paulista, além da admissão de erro por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na Copa do Nordeste.

Antes mesmo da bola rolar para São Paulo e Santos, no MorumBis, o clube alvinegro emitiu uma nota oficial contestando a escolha de Edina Alves Batista para apitar o clássico, citando “erros graves do passado”. O time santista venceu por 1 a 0, em uma partida recheada de polêmicas. A equipe tricolor reclamou bastante do pênalti marcado a favor do rival, que originou o único gol da partida, feito por Morelos. Os donos da casa chegaram a balançar as redes, com Erick, mas o lance foi anulado depois de Edna assinalar toque de mão ao ser chamada para revisar a jogada no VAR.

Julio Casares, presidente do São Paulo, afirmou que a contestação pela escolha de Edna por parte do adversário influenciou na atuação de arbitragem. “A arbitragem hoje se mostrou insegura, picotou o jogo, desproporcionalmente marcou faltas a favor do adversário em relação ao São Paulo. Eu não vou discutir os lances capitais, o VAR chamou. Para mim, o pênalti foi rigoroso demais, mas a arbitragem prejudicou, inclusive, mal posicionada”, disse.

Edina Alves Batista foi criticada pelos são-paulinos por atuação em clássico com o Santos.  Foto: Paulo Pinto/SPFC

No Rio, a arbitragem de Bruno Mota Correia foi detonada pelo auxiliar-técnico Emiliano Díaz, do Vasco, no 0 a 0 com o Fluminense, pelo Cariocão. O filho do treinador Ramón Díaz entendeu que a equipe foi “roubada” após não serem marcadas duas penalidades a favor dos vascaínos, além da anulação de um gol. Ao fim da partida, que terminou com quatro amarelos e um vermelho para cada lado. O diretor de futebol Alexandre Mattos e outros representantes do clube foram à sala do árbitro de vídeo. Em pronunciamento, o dirigente afirma que esta não é a primeira vez que o Vasco é prejudicado no Estadual.

“Quando cheguei me falaram que o Vasco era muito prejudicado e, infelizmente, estou vendo a dificuldade do Vasco no Carioca. Um pouco de má vontade com incompetência, mas está demais. O Vasco não vai mais em federação discutir árbitro. Para quê? Somos recebidos bem, aceitamos, tentamos ajudar, até parabenizo o presidente que tenta fazer algo decente, mas o material humano está comprometendo todo o trabalho. Erros que não deveriam acontecer, principalmente quando se tem o VAR”, disse Mattos.

Lambança no Paulista A3 e ‘erro grotesco’ no Cariocão

Falhas na arbitragem também ocorreram em escalões menores dos Estaduais. Na Série A3 do Campeonato Paulista, a vitória do Catanduva sobre o Grêmio Prudente, por 2 a 1, foi anulada pelo Tribunal de Justiça Desportiva depois de o time catanduvense realizar seis substituições, uma a mais do que o permitido, sem a equipe de árbitros se dar conta. O resultado positivo dos donos da casa contou com um gol de letra de Thiago Ribeiro, ex-São Paulo, Santos e Cruzeiro.

Outra bizarrice aconteceu no Campeonato Carioca — mas na primeira divisão. O Volta Redonda emitiu nota oficial no dia 8 de janeiro reclamando da não marcação de um pênalti no duelo com o Bangu, fora de casa. O “erro grotesco” do árbitro Alan Trindade da Silva, nas palavras do próprio clube, aconteceu quando o zagueiro Victor Oliveira claramente cortou um cruzamento com a mão direita. Após a partida, empatada em 1 a 1, o Volta Redonda informou que ia apresentar uma queixa formal ao Departamento de Arbitragem da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj).

CBF admite erro na Copa do Nordeste

No dia 6 de fevereiro, a Comissão de Arbitragem da CBF enviou um documento à Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF) admitindo um erro cometido por Ruthyanna Camila Medeiros da Silva na vitória do Fortaleza sobre o América-RN, por 2 a 1, pela Copa do Nordeste. Na ocasião, a árbitra marcou um pênalti não existente sobre o atacante Marinho, que deu origem ao gol de empate dos cearenses.

Tanto a FNF quanto o América pediram à CBF a implementação do VAR em partidas da fase de grupos da Copa do Nordeste. A entidade máxima do futebol brasileiro alegou que o uso da tecnologia “depende de uma série de condições técnicas dos estádios onde serão utilizadas, além de homologação dos árbitros a serem escalados”. A CBF afirmou, ainda, que o árbitro de vídeo será implementado na fase inicial do torneio em “um futuro próximo”.

A rodada dos Estaduais desta quarta-feira, dia 14, colocou em pauta novamente o trabalho dos árbitros. Clássicos como São Paulo x Santos e Vasco x Fluminense foram cercados de críticas aos juízes, com reclamações de dirigentes e comissão técnica após os confrontos. As queixas neste início de temporada também se estendem a outros clubes, com direito a jogo anulado e lambança na terceira divisão Paulista, além da admissão de erro por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na Copa do Nordeste.

Antes mesmo da bola rolar para São Paulo e Santos, no MorumBis, o clube alvinegro emitiu uma nota oficial contestando a escolha de Edina Alves Batista para apitar o clássico, citando “erros graves do passado”. O time santista venceu por 1 a 0, em uma partida recheada de polêmicas. A equipe tricolor reclamou bastante do pênalti marcado a favor do rival, que originou o único gol da partida, feito por Morelos. Os donos da casa chegaram a balançar as redes, com Erick, mas o lance foi anulado depois de Edna assinalar toque de mão ao ser chamada para revisar a jogada no VAR.

Julio Casares, presidente do São Paulo, afirmou que a contestação pela escolha de Edna por parte do adversário influenciou na atuação de arbitragem. “A arbitragem hoje se mostrou insegura, picotou o jogo, desproporcionalmente marcou faltas a favor do adversário em relação ao São Paulo. Eu não vou discutir os lances capitais, o VAR chamou. Para mim, o pênalti foi rigoroso demais, mas a arbitragem prejudicou, inclusive, mal posicionada”, disse.

Edina Alves Batista foi criticada pelos são-paulinos por atuação em clássico com o Santos.  Foto: Paulo Pinto/SPFC

No Rio, a arbitragem de Bruno Mota Correia foi detonada pelo auxiliar-técnico Emiliano Díaz, do Vasco, no 0 a 0 com o Fluminense, pelo Cariocão. O filho do treinador Ramón Díaz entendeu que a equipe foi “roubada” após não serem marcadas duas penalidades a favor dos vascaínos, além da anulação de um gol. Ao fim da partida, que terminou com quatro amarelos e um vermelho para cada lado. O diretor de futebol Alexandre Mattos e outros representantes do clube foram à sala do árbitro de vídeo. Em pronunciamento, o dirigente afirma que esta não é a primeira vez que o Vasco é prejudicado no Estadual.

“Quando cheguei me falaram que o Vasco era muito prejudicado e, infelizmente, estou vendo a dificuldade do Vasco no Carioca. Um pouco de má vontade com incompetência, mas está demais. O Vasco não vai mais em federação discutir árbitro. Para quê? Somos recebidos bem, aceitamos, tentamos ajudar, até parabenizo o presidente que tenta fazer algo decente, mas o material humano está comprometendo todo o trabalho. Erros que não deveriam acontecer, principalmente quando se tem o VAR”, disse Mattos.

Lambança no Paulista A3 e ‘erro grotesco’ no Cariocão

Falhas na arbitragem também ocorreram em escalões menores dos Estaduais. Na Série A3 do Campeonato Paulista, a vitória do Catanduva sobre o Grêmio Prudente, por 2 a 1, foi anulada pelo Tribunal de Justiça Desportiva depois de o time catanduvense realizar seis substituições, uma a mais do que o permitido, sem a equipe de árbitros se dar conta. O resultado positivo dos donos da casa contou com um gol de letra de Thiago Ribeiro, ex-São Paulo, Santos e Cruzeiro.

Outra bizarrice aconteceu no Campeonato Carioca — mas na primeira divisão. O Volta Redonda emitiu nota oficial no dia 8 de janeiro reclamando da não marcação de um pênalti no duelo com o Bangu, fora de casa. O “erro grotesco” do árbitro Alan Trindade da Silva, nas palavras do próprio clube, aconteceu quando o zagueiro Victor Oliveira claramente cortou um cruzamento com a mão direita. Após a partida, empatada em 1 a 1, o Volta Redonda informou que ia apresentar uma queixa formal ao Departamento de Arbitragem da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj).

CBF admite erro na Copa do Nordeste

No dia 6 de fevereiro, a Comissão de Arbitragem da CBF enviou um documento à Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF) admitindo um erro cometido por Ruthyanna Camila Medeiros da Silva na vitória do Fortaleza sobre o América-RN, por 2 a 1, pela Copa do Nordeste. Na ocasião, a árbitra marcou um pênalti não existente sobre o atacante Marinho, que deu origem ao gol de empate dos cearenses.

Tanto a FNF quanto o América pediram à CBF a implementação do VAR em partidas da fase de grupos da Copa do Nordeste. A entidade máxima do futebol brasileiro alegou que o uso da tecnologia “depende de uma série de condições técnicas dos estádios onde serão utilizadas, além de homologação dos árbitros a serem escalados”. A CBF afirmou, ainda, que o árbitro de vídeo será implementado na fase inicial do torneio em “um futuro próximo”.

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