Gabigol defende Vítor Pereira após eliminação do Flamengo no Mundial: ‘Deixa o cara trabalhar’


Camisa 10 rubro-negro ressalta que grupo ‘está fechado’ com o trabalho do português e gosta do treinador

Por Redação

A eliminação do Flamengo no Mundial de Clubes diante do Al-Hilal, da Arábia Saudita, levantou questionamentos sobre o elenco e, principalmente, sobre o recém iniciado trabalho de Vítor Pereira como treinador. Após a derrota desta terça-feira, Gabigol, camisa 10 da equipe, saiu em defesa do técnico português, defendendo a continuidade do trabalho, independentemente do resultado negativo em campo.

“Para de criar essas coisas de estar fechado. A gente está fechado com todos os treinadores que vêm aqui, qualquer um. Torcedor vai ter a opinião dele, você (jornalista) vai ter a sua, a gente tem a nossa”, afirmou o atacante, ao ser questionado sobre a relação do grupo com o técnico. A gente gosta dele, está fazendo um trabalho muito bom e é um início. Quando perde, cria-se um monte de coisa. Está chata essa coisa.”

Há dois meses no Flamengo, Vítor Pereira substitui Dorival Júnior no comando técnico da equipe. Foto: Susana Vera/Reuters
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Vítor Pereira chegou ao Flamengo em janeiro, após passagem de um ano pelo Corinthians e saída conturbada. Segundo o próprio treinador, ele deixaria o Brasil ao término de seu contrato com o alvinegro por “questões familiares”, mas acertou um acordo com o rubro-negro em dezembro. Dorival Júnior, campeão da Libertadores e da Copa do Brasil com o clube no último ano, pediu demissão do seu cargo de treinador quando soube das negociações entre os dirigentes do Flamengo e Vítor Pereira.

“Deixa o cara (Vítor Pereira) trabalhar. Ele foi escolhido para estar aqui, assim como a gente. Estamos representando um clube enorme”, continuou Gabigol, na zona mista do Estádio Ibn Batouta, em Tânger, no Marrocos. “Quem é maior é o Flamengo, é essa camisa que a gente veste. Nossa relação com o Vítor é muito boa e os treinos têm sido bons. Nós vamos melhorar para poder ser campeão, mas esse assunto (relação com Vítor Pereira) já está chato.”

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Essa não é a primeira vez, nos últimos dois meses, que atletas do Flamengo defendem o trabalho de Vítor Pereira publicamente. O próprio Gabigol, após a derrota para o Palmeiras na Supercopa do Brasil, ressaltou a importância de haver uma continuidade no trabalho do treinador, apesar do revés. “É claro que queríamos ganhar (a Supercopa do Brasil), mas a gente tem que ser um pouco racional. É um começo de trabalho novo, precisamos melhorar algumas coisas que precisam de tempo. No Brasil é assim, perde um jogo (se torna) o pior time do mundo; ganhamos de 5 a 0 no Maracanã (do Nova Iguaçu) e vira o melhor time do mundo”, afirmou o jogador na ocasião.

Contra o Al-Hilal, O Flamengo foi eliminado após jogar mal e ser dominado no segundo tempo com um jogador a menos. Teve Gerson expulso e cometeu dois pênaltis no primeiro tempo, ambos convertidos pelo meio-campista Salem Al-Dawsari, que viu o companheiro Vietto selar o triunfo na etapa final. Pedro foi só um dos poucos que brilhou. O centroavante fez os dois gols dos cariocas, mas não foi suficiente.

A eliminação do Flamengo no Mundial de Clubes diante do Al-Hilal, da Arábia Saudita, levantou questionamentos sobre o elenco e, principalmente, sobre o recém iniciado trabalho de Vítor Pereira como treinador. Após a derrota desta terça-feira, Gabigol, camisa 10 da equipe, saiu em defesa do técnico português, defendendo a continuidade do trabalho, independentemente do resultado negativo em campo.

“Para de criar essas coisas de estar fechado. A gente está fechado com todos os treinadores que vêm aqui, qualquer um. Torcedor vai ter a opinião dele, você (jornalista) vai ter a sua, a gente tem a nossa”, afirmou o atacante, ao ser questionado sobre a relação do grupo com o técnico. A gente gosta dele, está fazendo um trabalho muito bom e é um início. Quando perde, cria-se um monte de coisa. Está chata essa coisa.”

Há dois meses no Flamengo, Vítor Pereira substitui Dorival Júnior no comando técnico da equipe. Foto: Susana Vera/Reuters

Vítor Pereira chegou ao Flamengo em janeiro, após passagem de um ano pelo Corinthians e saída conturbada. Segundo o próprio treinador, ele deixaria o Brasil ao término de seu contrato com o alvinegro por “questões familiares”, mas acertou um acordo com o rubro-negro em dezembro. Dorival Júnior, campeão da Libertadores e da Copa do Brasil com o clube no último ano, pediu demissão do seu cargo de treinador quando soube das negociações entre os dirigentes do Flamengo e Vítor Pereira.

“Deixa o cara (Vítor Pereira) trabalhar. Ele foi escolhido para estar aqui, assim como a gente. Estamos representando um clube enorme”, continuou Gabigol, na zona mista do Estádio Ibn Batouta, em Tânger, no Marrocos. “Quem é maior é o Flamengo, é essa camisa que a gente veste. Nossa relação com o Vítor é muito boa e os treinos têm sido bons. Nós vamos melhorar para poder ser campeão, mas esse assunto (relação com Vítor Pereira) já está chato.”

Essa não é a primeira vez, nos últimos dois meses, que atletas do Flamengo defendem o trabalho de Vítor Pereira publicamente. O próprio Gabigol, após a derrota para o Palmeiras na Supercopa do Brasil, ressaltou a importância de haver uma continuidade no trabalho do treinador, apesar do revés. “É claro que queríamos ganhar (a Supercopa do Brasil), mas a gente tem que ser um pouco racional. É um começo de trabalho novo, precisamos melhorar algumas coisas que precisam de tempo. No Brasil é assim, perde um jogo (se torna) o pior time do mundo; ganhamos de 5 a 0 no Maracanã (do Nova Iguaçu) e vira o melhor time do mundo”, afirmou o jogador na ocasião.

Contra o Al-Hilal, O Flamengo foi eliminado após jogar mal e ser dominado no segundo tempo com um jogador a menos. Teve Gerson expulso e cometeu dois pênaltis no primeiro tempo, ambos convertidos pelo meio-campista Salem Al-Dawsari, que viu o companheiro Vietto selar o triunfo na etapa final. Pedro foi só um dos poucos que brilhou. O centroavante fez os dois gols dos cariocas, mas não foi suficiente.

A eliminação do Flamengo no Mundial de Clubes diante do Al-Hilal, da Arábia Saudita, levantou questionamentos sobre o elenco e, principalmente, sobre o recém iniciado trabalho de Vítor Pereira como treinador. Após a derrota desta terça-feira, Gabigol, camisa 10 da equipe, saiu em defesa do técnico português, defendendo a continuidade do trabalho, independentemente do resultado negativo em campo.

“Para de criar essas coisas de estar fechado. A gente está fechado com todos os treinadores que vêm aqui, qualquer um. Torcedor vai ter a opinião dele, você (jornalista) vai ter a sua, a gente tem a nossa”, afirmou o atacante, ao ser questionado sobre a relação do grupo com o técnico. A gente gosta dele, está fazendo um trabalho muito bom e é um início. Quando perde, cria-se um monte de coisa. Está chata essa coisa.”

Há dois meses no Flamengo, Vítor Pereira substitui Dorival Júnior no comando técnico da equipe. Foto: Susana Vera/Reuters

Vítor Pereira chegou ao Flamengo em janeiro, após passagem de um ano pelo Corinthians e saída conturbada. Segundo o próprio treinador, ele deixaria o Brasil ao término de seu contrato com o alvinegro por “questões familiares”, mas acertou um acordo com o rubro-negro em dezembro. Dorival Júnior, campeão da Libertadores e da Copa do Brasil com o clube no último ano, pediu demissão do seu cargo de treinador quando soube das negociações entre os dirigentes do Flamengo e Vítor Pereira.

“Deixa o cara (Vítor Pereira) trabalhar. Ele foi escolhido para estar aqui, assim como a gente. Estamos representando um clube enorme”, continuou Gabigol, na zona mista do Estádio Ibn Batouta, em Tânger, no Marrocos. “Quem é maior é o Flamengo, é essa camisa que a gente veste. Nossa relação com o Vítor é muito boa e os treinos têm sido bons. Nós vamos melhorar para poder ser campeão, mas esse assunto (relação com Vítor Pereira) já está chato.”

Essa não é a primeira vez, nos últimos dois meses, que atletas do Flamengo defendem o trabalho de Vítor Pereira publicamente. O próprio Gabigol, após a derrota para o Palmeiras na Supercopa do Brasil, ressaltou a importância de haver uma continuidade no trabalho do treinador, apesar do revés. “É claro que queríamos ganhar (a Supercopa do Brasil), mas a gente tem que ser um pouco racional. É um começo de trabalho novo, precisamos melhorar algumas coisas que precisam de tempo. No Brasil é assim, perde um jogo (se torna) o pior time do mundo; ganhamos de 5 a 0 no Maracanã (do Nova Iguaçu) e vira o melhor time do mundo”, afirmou o jogador na ocasião.

Contra o Al-Hilal, O Flamengo foi eliminado após jogar mal e ser dominado no segundo tempo com um jogador a menos. Teve Gerson expulso e cometeu dois pênaltis no primeiro tempo, ambos convertidos pelo meio-campista Salem Al-Dawsari, que viu o companheiro Vietto selar o triunfo na etapa final. Pedro foi só um dos poucos que brilhou. O centroavante fez os dois gols dos cariocas, mas não foi suficiente.

A eliminação do Flamengo no Mundial de Clubes diante do Al-Hilal, da Arábia Saudita, levantou questionamentos sobre o elenco e, principalmente, sobre o recém iniciado trabalho de Vítor Pereira como treinador. Após a derrota desta terça-feira, Gabigol, camisa 10 da equipe, saiu em defesa do técnico português, defendendo a continuidade do trabalho, independentemente do resultado negativo em campo.

“Para de criar essas coisas de estar fechado. A gente está fechado com todos os treinadores que vêm aqui, qualquer um. Torcedor vai ter a opinião dele, você (jornalista) vai ter a sua, a gente tem a nossa”, afirmou o atacante, ao ser questionado sobre a relação do grupo com o técnico. A gente gosta dele, está fazendo um trabalho muito bom e é um início. Quando perde, cria-se um monte de coisa. Está chata essa coisa.”

Há dois meses no Flamengo, Vítor Pereira substitui Dorival Júnior no comando técnico da equipe. Foto: Susana Vera/Reuters

Vítor Pereira chegou ao Flamengo em janeiro, após passagem de um ano pelo Corinthians e saída conturbada. Segundo o próprio treinador, ele deixaria o Brasil ao término de seu contrato com o alvinegro por “questões familiares”, mas acertou um acordo com o rubro-negro em dezembro. Dorival Júnior, campeão da Libertadores e da Copa do Brasil com o clube no último ano, pediu demissão do seu cargo de treinador quando soube das negociações entre os dirigentes do Flamengo e Vítor Pereira.

“Deixa o cara (Vítor Pereira) trabalhar. Ele foi escolhido para estar aqui, assim como a gente. Estamos representando um clube enorme”, continuou Gabigol, na zona mista do Estádio Ibn Batouta, em Tânger, no Marrocos. “Quem é maior é o Flamengo, é essa camisa que a gente veste. Nossa relação com o Vítor é muito boa e os treinos têm sido bons. Nós vamos melhorar para poder ser campeão, mas esse assunto (relação com Vítor Pereira) já está chato.”

Essa não é a primeira vez, nos últimos dois meses, que atletas do Flamengo defendem o trabalho de Vítor Pereira publicamente. O próprio Gabigol, após a derrota para o Palmeiras na Supercopa do Brasil, ressaltou a importância de haver uma continuidade no trabalho do treinador, apesar do revés. “É claro que queríamos ganhar (a Supercopa do Brasil), mas a gente tem que ser um pouco racional. É um começo de trabalho novo, precisamos melhorar algumas coisas que precisam de tempo. No Brasil é assim, perde um jogo (se torna) o pior time do mundo; ganhamos de 5 a 0 no Maracanã (do Nova Iguaçu) e vira o melhor time do mundo”, afirmou o jogador na ocasião.

Contra o Al-Hilal, O Flamengo foi eliminado após jogar mal e ser dominado no segundo tempo com um jogador a menos. Teve Gerson expulso e cometeu dois pênaltis no primeiro tempo, ambos convertidos pelo meio-campista Salem Al-Dawsari, que viu o companheiro Vietto selar o triunfo na etapa final. Pedro foi só um dos poucos que brilhou. O centroavante fez os dois gols dos cariocas, mas não foi suficiente.

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