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Opinião|Raphinha deve apanhar mais do que o cotovelaço covarde de Otamendi. Vamos jogar, não pelear


Raphinha foi na do Baixinho na entrevista e se expressou mal

Por Mauro Beting
Atualização:

Toda vez que o Brasil ganhou de equipes ou seleções sul-americanas foi na bola. No pau, quando fomos pro antijogo ou pro jogo “sucio” (muitas vezes bem provocado por uruguaios e argentinos), quase sempre empatamos, ou fomos goleados impiedosamente.

Ou temos gente expulsa da cancha por não sabermos onde, como, quando, quanto bater. Ou “apenas” respondemos na porrada à milonga, malícia ou mesmo o pau que canta da milícia de chancas.

Raphinha lidera trio da seleção de mais de 100 participações em gols na temporada
Raphinha lidera trio da seleção de mais de 100 participações em gols na temporada Foto: Wilton Junior/Estadão
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Bancando o “esperto” viramos espeto. Sempre. Virando “macho” reviramos chacota. Quase sempre.

Raphinha foi na do Baixinho na entrevista e se expressou mal. Em conversa com Romário, o jogador do Barcelona disse que daria “Porrada neles (nos argentinos). Sem dúvida. Porrada neles. No campo e fora do campo, se tiver de ser”.

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Raphinha sabe falar e se posicionar muito bem. Como pessoa e já como líder do Brasil e até do Barcelona. Agora deve apanhar mais do que o cotovelaço que sofreu covarde de Otamendi, nas Eliminatórias de 2022. Até o Papa Francisco pode chegar mais do que chegando nele.

Agora já foi. Vamos jogar. Não pelear.

Toda vez que o Brasil ganhou de equipes ou seleções sul-americanas foi na bola. No pau, quando fomos pro antijogo ou pro jogo “sucio” (muitas vezes bem provocado por uruguaios e argentinos), quase sempre empatamos, ou fomos goleados impiedosamente.

Ou temos gente expulsa da cancha por não sabermos onde, como, quando, quanto bater. Ou “apenas” respondemos na porrada à milonga, malícia ou mesmo o pau que canta da milícia de chancas.

Raphinha lidera trio da seleção de mais de 100 participações em gols na temporada Foto: Wilton Junior/Estadão

Bancando o “esperto” viramos espeto. Sempre. Virando “macho” reviramos chacota. Quase sempre.

Raphinha foi na do Baixinho na entrevista e se expressou mal. Em conversa com Romário, o jogador do Barcelona disse que daria “Porrada neles (nos argentinos). Sem dúvida. Porrada neles. No campo e fora do campo, se tiver de ser”.

Raphinha sabe falar e se posicionar muito bem. Como pessoa e já como líder do Brasil e até do Barcelona. Agora deve apanhar mais do que o cotovelaço que sofreu covarde de Otamendi, nas Eliminatórias de 2022. Até o Papa Francisco pode chegar mais do que chegando nele.

Agora já foi. Vamos jogar. Não pelear.

Toda vez que o Brasil ganhou de equipes ou seleções sul-americanas foi na bola. No pau, quando fomos pro antijogo ou pro jogo “sucio” (muitas vezes bem provocado por uruguaios e argentinos), quase sempre empatamos, ou fomos goleados impiedosamente.

Ou temos gente expulsa da cancha por não sabermos onde, como, quando, quanto bater. Ou “apenas” respondemos na porrada à milonga, malícia ou mesmo o pau que canta da milícia de chancas.

Raphinha lidera trio da seleção de mais de 100 participações em gols na temporada Foto: Wilton Junior/Estadão

Bancando o “esperto” viramos espeto. Sempre. Virando “macho” reviramos chacota. Quase sempre.

Raphinha foi na do Baixinho na entrevista e se expressou mal. Em conversa com Romário, o jogador do Barcelona disse que daria “Porrada neles (nos argentinos). Sem dúvida. Porrada neles. No campo e fora do campo, se tiver de ser”.

Raphinha sabe falar e se posicionar muito bem. Como pessoa e já como líder do Brasil e até do Barcelona. Agora deve apanhar mais do que o cotovelaço que sofreu covarde de Otamendi, nas Eliminatórias de 2022. Até o Papa Francisco pode chegar mais do que chegando nele.

Agora já foi. Vamos jogar. Não pelear.

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Opinião por Mauro Beting

Comentarista do SBT, TNT Sports, Jovem Pan e Efootball. Escritor e documentarista. Curador do Museu Pelé e do Museu da Seleção Brasileira.