Jaqueline Mourão abre participação brasileira nos Jogos de Inverno
Aos 42 anos, esquiadora disputará na Coreia do Sul os 10 km no estilo livre do esqui cross country
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Por Redação
A esquiadora Jaqueline Mourão vai abrir a participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno com a disputa dos 10 km no estilo livre do esqui cross country na madrugada de quinta-feira (4h30 horário de Brasília). O fato de ser a primeira brasileira a concorrer na Coreia do Sul tem uma carga simbólica importante na carreira da multiatleta de 42 anos. Ela está acostumada a ser pioneira.
Nos Jogos de Atenas, em 2004, ela se tornou a primeira brasileira a disputar uma prova de mountain bike. Até hoje, o seu 18.º lugar é o melhor resultado feminino do Brasil na modalidade. Dois anos depois, quando encarou uma tempestade de neve no Canadá, onde mora há 12 anos, ela descobriu o esqui cross country, o mais antigo tipo de esqui e que surgiu com os povos nórdicos que se locomoviam em regiões cobertas de neve. Sem condições de pedalar, passou a esquiar.
Em 2006, ela se classificou para os Jogos de Inverno de Turim. Com isso, virou a primeira brasileira a se classificar para os Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno. Em 2010, nos Jogos de Vancouver, ampliou o leque e disputou também o biatlo (prova que combina esqui e tiro ao alvo). Com essas idas e vindas, Jaque está completando sua sexta participação nos Jogos Olímpicos (foram quatro de Inverno e duas de Verão). Ela iguala o recorde da jogadora de futebol Formiga. O termo “multiatleta”, portanto, não é exagero. “Se tivesse de fazer novamente, faria tudo”.
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Para a disputa na Coreia do Sul, ela está conseguindo controlar a ansiedade. “O estresse é meu amigo. Para ter uma performance de alto nível você tem que estar sendo estimulada para poder dar o seu melhor”, diz.
Jaqueline afirma que a prova dos 10 km estilo livre é a sua preferida. No estilo clássico, os atletas usam passos largos na diagonal, dois bastões e zigue-zagues. No livre, os esquiadores impulsionam a borda interna do esqui na neve. Apesar de mais veloz, a técnica só é possível em neve firme. “Quero bater meu resultado de Vancouver e dar trabalho para as atletas tradicionais”, planeja.
Também na quinta-feira, às 23h, a snowboarder Isabel Clark estará vivendo os momentos que antecedem a sua despedida olímpica. A responsável pelo melhor resultado brasileiro em Jogos de Inverno – a nona colocação em 2006 – vai disputar a prova de snowboard cross. Pyeongchang será a quarta e última disputa olímpica da atleta carioca de 41 anos.
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Confira as melhores imagens de cada dia na Olimpíada de Inverno
A esquiadora Jaqueline Mourão vai abrir a participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno com a disputa dos 10 km no estilo livre do esqui cross country na madrugada de quinta-feira (4h30 horário de Brasília). O fato de ser a primeira brasileira a concorrer na Coreia do Sul tem uma carga simbólica importante na carreira da multiatleta de 42 anos. Ela está acostumada a ser pioneira.
Nos Jogos de Atenas, em 2004, ela se tornou a primeira brasileira a disputar uma prova de mountain bike. Até hoje, o seu 18.º lugar é o melhor resultado feminino do Brasil na modalidade. Dois anos depois, quando encarou uma tempestade de neve no Canadá, onde mora há 12 anos, ela descobriu o esqui cross country, o mais antigo tipo de esqui e que surgiu com os povos nórdicos que se locomoviam em regiões cobertas de neve. Sem condições de pedalar, passou a esquiar.
Em 2006, ela se classificou para os Jogos de Inverno de Turim. Com isso, virou a primeira brasileira a se classificar para os Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno. Em 2010, nos Jogos de Vancouver, ampliou o leque e disputou também o biatlo (prova que combina esqui e tiro ao alvo). Com essas idas e vindas, Jaque está completando sua sexta participação nos Jogos Olímpicos (foram quatro de Inverno e duas de Verão). Ela iguala o recorde da jogadora de futebol Formiga. O termo “multiatleta”, portanto, não é exagero. “Se tivesse de fazer novamente, faria tudo”.
Para a disputa na Coreia do Sul, ela está conseguindo controlar a ansiedade. “O estresse é meu amigo. Para ter uma performance de alto nível você tem que estar sendo estimulada para poder dar o seu melhor”, diz.
Jaqueline afirma que a prova dos 10 km estilo livre é a sua preferida. No estilo clássico, os atletas usam passos largos na diagonal, dois bastões e zigue-zagues. No livre, os esquiadores impulsionam a borda interna do esqui na neve. Apesar de mais veloz, a técnica só é possível em neve firme. “Quero bater meu resultado de Vancouver e dar trabalho para as atletas tradicionais”, planeja.
Também na quinta-feira, às 23h, a snowboarder Isabel Clark estará vivendo os momentos que antecedem a sua despedida olímpica. A responsável pelo melhor resultado brasileiro em Jogos de Inverno – a nona colocação em 2006 – vai disputar a prova de snowboard cross. Pyeongchang será a quarta e última disputa olímpica da atleta carioca de 41 anos.
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A esquiadora Jaqueline Mourão vai abrir a participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno com a disputa dos 10 km no estilo livre do esqui cross country na madrugada de quinta-feira (4h30 horário de Brasília). O fato de ser a primeira brasileira a concorrer na Coreia do Sul tem uma carga simbólica importante na carreira da multiatleta de 42 anos. Ela está acostumada a ser pioneira.
Nos Jogos de Atenas, em 2004, ela se tornou a primeira brasileira a disputar uma prova de mountain bike. Até hoje, o seu 18.º lugar é o melhor resultado feminino do Brasil na modalidade. Dois anos depois, quando encarou uma tempestade de neve no Canadá, onde mora há 12 anos, ela descobriu o esqui cross country, o mais antigo tipo de esqui e que surgiu com os povos nórdicos que se locomoviam em regiões cobertas de neve. Sem condições de pedalar, passou a esquiar.
Em 2006, ela se classificou para os Jogos de Inverno de Turim. Com isso, virou a primeira brasileira a se classificar para os Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno. Em 2010, nos Jogos de Vancouver, ampliou o leque e disputou também o biatlo (prova que combina esqui e tiro ao alvo). Com essas idas e vindas, Jaque está completando sua sexta participação nos Jogos Olímpicos (foram quatro de Inverno e duas de Verão). Ela iguala o recorde da jogadora de futebol Formiga. O termo “multiatleta”, portanto, não é exagero. “Se tivesse de fazer novamente, faria tudo”.
Para a disputa na Coreia do Sul, ela está conseguindo controlar a ansiedade. “O estresse é meu amigo. Para ter uma performance de alto nível você tem que estar sendo estimulada para poder dar o seu melhor”, diz.
Jaqueline afirma que a prova dos 10 km estilo livre é a sua preferida. No estilo clássico, os atletas usam passos largos na diagonal, dois bastões e zigue-zagues. No livre, os esquiadores impulsionam a borda interna do esqui na neve. Apesar de mais veloz, a técnica só é possível em neve firme. “Quero bater meu resultado de Vancouver e dar trabalho para as atletas tradicionais”, planeja.
Também na quinta-feira, às 23h, a snowboarder Isabel Clark estará vivendo os momentos que antecedem a sua despedida olímpica. A responsável pelo melhor resultado brasileiro em Jogos de Inverno – a nona colocação em 2006 – vai disputar a prova de snowboard cross. Pyeongchang será a quarta e última disputa olímpica da atleta carioca de 41 anos.
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A esquiadora Jaqueline Mourão vai abrir a participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno com a disputa dos 10 km no estilo livre do esqui cross country na madrugada de quinta-feira (4h30 horário de Brasília). O fato de ser a primeira brasileira a concorrer na Coreia do Sul tem uma carga simbólica importante na carreira da multiatleta de 42 anos. Ela está acostumada a ser pioneira.
Nos Jogos de Atenas, em 2004, ela se tornou a primeira brasileira a disputar uma prova de mountain bike. Até hoje, o seu 18.º lugar é o melhor resultado feminino do Brasil na modalidade. Dois anos depois, quando encarou uma tempestade de neve no Canadá, onde mora há 12 anos, ela descobriu o esqui cross country, o mais antigo tipo de esqui e que surgiu com os povos nórdicos que se locomoviam em regiões cobertas de neve. Sem condições de pedalar, passou a esquiar.
Em 2006, ela se classificou para os Jogos de Inverno de Turim. Com isso, virou a primeira brasileira a se classificar para os Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno. Em 2010, nos Jogos de Vancouver, ampliou o leque e disputou também o biatlo (prova que combina esqui e tiro ao alvo). Com essas idas e vindas, Jaque está completando sua sexta participação nos Jogos Olímpicos (foram quatro de Inverno e duas de Verão). Ela iguala o recorde da jogadora de futebol Formiga. O termo “multiatleta”, portanto, não é exagero. “Se tivesse de fazer novamente, faria tudo”.
Para a disputa na Coreia do Sul, ela está conseguindo controlar a ansiedade. “O estresse é meu amigo. Para ter uma performance de alto nível você tem que estar sendo estimulada para poder dar o seu melhor”, diz.
Jaqueline afirma que a prova dos 10 km estilo livre é a sua preferida. No estilo clássico, os atletas usam passos largos na diagonal, dois bastões e zigue-zagues. No livre, os esquiadores impulsionam a borda interna do esqui na neve. Apesar de mais veloz, a técnica só é possível em neve firme. “Quero bater meu resultado de Vancouver e dar trabalho para as atletas tradicionais”, planeja.
Também na quinta-feira, às 23h, a snowboarder Isabel Clark estará vivendo os momentos que antecedem a sua despedida olímpica. A responsável pelo melhor resultado brasileiro em Jogos de Inverno – a nona colocação em 2006 – vai disputar a prova de snowboard cross. Pyeongchang será a quarta e última disputa olímpica da atleta carioca de 41 anos.
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