Roseann Kennedy traz os bastidores da política e da economia. Com Eduardo Barretto e Iander Porcella

Gleisi diz que PT não se arrepende ‘de jeito nenhum’ do apoio a Galípolo


Presidente do PT afirma que futuro presidente do Banco Central tem adotado essas posições por “constrangimento” praticado por Campos Neto

Por Victor Ohana

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou que o partido não está arrependido de ter apoiado Gabriel Galípolo para o comando do Banco Central porque o nome foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao Brodcast/Coluna do Estadão, ela foi questionada se há arrependimento entre petistas após o próximo presidente do BC ter sido a favor de aumentar a taxa de juros e contrariado a tese governista de que há um ataque especulativo contra o real.

“Não, de jeito nenhum. Claro que o PT ia ser a favor. Ele foi indicado pelo presidente Lula. Conhecemos ele, o presidente Lula o conhece e o colocou lá. Agora, o Banco Central é autônomo. Ele já disse claramente que o governo nem o Lula mandam na política dele”, declarou Gleisi.

Para a dirigente nacional do PT, o futuro presidente do Banco Central adotou essas posições por “constrangimento” praticado pelo atual gestor da instituição, Roberto Campos Neto. Ela mantém a posição de que há um ataque especulativo contra a moeda brasileira.

continua após a publicidade

Em defesa de uma política de redução dos juros, Gleisi também disse que não pretende aliviar críticas a Galípolo, diante de futuros aumentos da taxa Selic. “A minha posição vai ser a mesma, de crítica, que eu estou tendo até agora”, afirmou.

Gleisi Hoffmann, presidente do PT Foto: Wilton Junior

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou que o partido não está arrependido de ter apoiado Gabriel Galípolo para o comando do Banco Central porque o nome foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao Brodcast/Coluna do Estadão, ela foi questionada se há arrependimento entre petistas após o próximo presidente do BC ter sido a favor de aumentar a taxa de juros e contrariado a tese governista de que há um ataque especulativo contra o real.

“Não, de jeito nenhum. Claro que o PT ia ser a favor. Ele foi indicado pelo presidente Lula. Conhecemos ele, o presidente Lula o conhece e o colocou lá. Agora, o Banco Central é autônomo. Ele já disse claramente que o governo nem o Lula mandam na política dele”, declarou Gleisi.

Para a dirigente nacional do PT, o futuro presidente do Banco Central adotou essas posições por “constrangimento” praticado pelo atual gestor da instituição, Roberto Campos Neto. Ela mantém a posição de que há um ataque especulativo contra a moeda brasileira.

Em defesa de uma política de redução dos juros, Gleisi também disse que não pretende aliviar críticas a Galípolo, diante de futuros aumentos da taxa Selic. “A minha posição vai ser a mesma, de crítica, que eu estou tendo até agora”, afirmou.

Gleisi Hoffmann, presidente do PT Foto: Wilton Junior

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou que o partido não está arrependido de ter apoiado Gabriel Galípolo para o comando do Banco Central porque o nome foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao Brodcast/Coluna do Estadão, ela foi questionada se há arrependimento entre petistas após o próximo presidente do BC ter sido a favor de aumentar a taxa de juros e contrariado a tese governista de que há um ataque especulativo contra o real.

“Não, de jeito nenhum. Claro que o PT ia ser a favor. Ele foi indicado pelo presidente Lula. Conhecemos ele, o presidente Lula o conhece e o colocou lá. Agora, o Banco Central é autônomo. Ele já disse claramente que o governo nem o Lula mandam na política dele”, declarou Gleisi.

Para a dirigente nacional do PT, o futuro presidente do Banco Central adotou essas posições por “constrangimento” praticado pelo atual gestor da instituição, Roberto Campos Neto. Ela mantém a posição de que há um ataque especulativo contra a moeda brasileira.

Em defesa de uma política de redução dos juros, Gleisi também disse que não pretende aliviar críticas a Galípolo, diante de futuros aumentos da taxa Selic. “A minha posição vai ser a mesma, de crítica, que eu estou tendo até agora”, afirmou.

Gleisi Hoffmann, presidente do PT Foto: Wilton Junior

Atualizamos nossa política de cookies

Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.