Bastidores da política e da economia, com Julia Lindner e Gustavo Côrtes

Davi Alcolumbre deve integrar tropa de choque do governo na CPMI do 8 de janeiro


União Brasil também pretende indicar Soraya Thronicke como membro; Moro queria uma das vagas

Por Julia Lindner
Atualização:

O União Brasil deve indicar os senadores Davi Alcolumbre (AP) e Soraya Thronicke (MS) como membros da CPMI do 8 de janeiro.

O senador Sergio Moro (PR) também pleiteava uma vaga no colegiado, mas não deve ser indicado pelo líder, Efraim Filho (PB).

A ideia é que Alcolumbre ajude o governo na CPMI, como membro titular, a neutralizar os bolsonaristas. Soraya, por sua vez, tem postura independente, mas ganhou destaque na CPI da Covid por sua atuação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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O senador Davi Alcolumbre (União-AP). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O governo tem muita expectativa sobre como será o comportamento do União diante da CPMI. A ideia é testar se o partido, que indicou três ministros, está ou não com o Planalto.

Os governistas consideram que a defesa do governo na CPMI é algo inegociável com a base aliada.

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Entre os indicados do União na Câmara, a expectativa é que o perfil dos indicados seja de nomes mais neutros. A escolha da legenda de Arthur Maia (BA) para a presidência, no entanto, não agradou especialmente a ala do governo que é da Bahia, onde Maia faz forte oposição.

O União Brasil deve indicar os senadores Davi Alcolumbre (AP) e Soraya Thronicke (MS) como membros da CPMI do 8 de janeiro.

O senador Sergio Moro (PR) também pleiteava uma vaga no colegiado, mas não deve ser indicado pelo líder, Efraim Filho (PB).

A ideia é que Alcolumbre ajude o governo na CPMI, como membro titular, a neutralizar os bolsonaristas. Soraya, por sua vez, tem postura independente, mas ganhou destaque na CPI da Covid por sua atuação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador Davi Alcolumbre (União-AP). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O governo tem muita expectativa sobre como será o comportamento do União diante da CPMI. A ideia é testar se o partido, que indicou três ministros, está ou não com o Planalto.

Os governistas consideram que a defesa do governo na CPMI é algo inegociável com a base aliada.

Entre os indicados do União na Câmara, a expectativa é que o perfil dos indicados seja de nomes mais neutros. A escolha da legenda de Arthur Maia (BA) para a presidência, no entanto, não agradou especialmente a ala do governo que é da Bahia, onde Maia faz forte oposição.

O União Brasil deve indicar os senadores Davi Alcolumbre (AP) e Soraya Thronicke (MS) como membros da CPMI do 8 de janeiro.

O senador Sergio Moro (PR) também pleiteava uma vaga no colegiado, mas não deve ser indicado pelo líder, Efraim Filho (PB).

A ideia é que Alcolumbre ajude o governo na CPMI, como membro titular, a neutralizar os bolsonaristas. Soraya, por sua vez, tem postura independente, mas ganhou destaque na CPI da Covid por sua atuação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador Davi Alcolumbre (União-AP). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O governo tem muita expectativa sobre como será o comportamento do União diante da CPMI. A ideia é testar se o partido, que indicou três ministros, está ou não com o Planalto.

Os governistas consideram que a defesa do governo na CPMI é algo inegociável com a base aliada.

Entre os indicados do União na Câmara, a expectativa é que o perfil dos indicados seja de nomes mais neutros. A escolha da legenda de Arthur Maia (BA) para a presidência, no entanto, não agradou especialmente a ala do governo que é da Bahia, onde Maia faz forte oposição.

O União Brasil deve indicar os senadores Davi Alcolumbre (AP) e Soraya Thronicke (MS) como membros da CPMI do 8 de janeiro.

O senador Sergio Moro (PR) também pleiteava uma vaga no colegiado, mas não deve ser indicado pelo líder, Efraim Filho (PB).

A ideia é que Alcolumbre ajude o governo na CPMI, como membro titular, a neutralizar os bolsonaristas. Soraya, por sua vez, tem postura independente, mas ganhou destaque na CPI da Covid por sua atuação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador Davi Alcolumbre (União-AP). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O governo tem muita expectativa sobre como será o comportamento do União diante da CPMI. A ideia é testar se o partido, que indicou três ministros, está ou não com o Planalto.

Os governistas consideram que a defesa do governo na CPMI é algo inegociável com a base aliada.

Entre os indicados do União na Câmara, a expectativa é que o perfil dos indicados seja de nomes mais neutros. A escolha da legenda de Arthur Maia (BA) para a presidência, no entanto, não agradou especialmente a ala do governo que é da Bahia, onde Maia faz forte oposição.

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