Norman Reedus analisa a transformação de Daryl no universo ‘The Walking Dead’ após 15 anos

Ao ‘Estadão’, ator de 56 anos falou sobre o personagem da popular série de zumbis, agora explorado em projeto spin-off: ‘Quero terminá-lo de forma adequada’

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Em meados de 2010, a vida de Norman Reedus mudou de vez quando ele foi convidado para interpretar Daryl Dixon em The Walking Dead, série de zumbis adaptada dos quadrinhos por Frank Darabont.

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Americano da Flórida, ele tinha tido destaque no thriller cult Santos Justiceiros (1999), com Willem Dafoe, mas nunca tivera um papel de tamanha proporção como o do sisudo personagem que usa um arco e flecha para matar os mortos-vivos no popular drama pós-apocalíptico.

Reedus dá vida a Daryl há mais de quinze anos. Com o fim do seriado em 2022, concluído após 11 temporadas, o ator embarcou em uma própria série spin-off, The Walking Dead: Daryl Dixon, ambientada na França e que está na 2ª temporada.

Norman Reedus na série 'The Walking Dead: Daryl Dixon', spin-off do popular seriado de zumbis Foto: AMC

O astro também já atuou em diversos clipes musicais, de artistas como Lady Gaga, Marilyn Manson, Keith Richards, Radiohead, R.E.M. e Björk. Recentemente, ele integrou o elenco de Clube dos Vândalos (2023), com Tom Hardy e Austin Butler, e foi o rosto do premiado game de ação Death Stranding.

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Norman esteve no Brasil em dezembro do ano passado para promover Bailarina, novo filme do universo John Wick, no qual contracena com Ana de Armas e Ian McShane. O longa, dirigido por Len Wiseman, será lançado em junho de 2025.

Em entrevista ao Estadão, na CCXP 2024, em São Paulo, o ator de 56 anos falou sobre as transformações do personagem ao longo dos anos. “Quando me ofereceram esse spin-off, nós não sabíamos que o programa principal iria terminar. Então, eu sempre assumi que eu deixaria [The Walking Dead] e depois voltaria”, relatou.

Reedus também discorreu sobre as particularidades da nova produção criada por David Zabel, disponível no Prime Video, com 6 episódios em cada temporada.

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“Nós não queríamos fazer um programa americano na Europa, vestindo listras e boinas. Queríamos que ele tivesse autenticidade ao lugar onde estávamos filmando. Então, nos livramos do showrunner, de todos os roteiristas, e reinventamos. Tentamos adotar temas ao estilo Kung Fu e Then Came Bronson [séries antigas da TV americana], onde é uma pessoa viajando sozinha e interagindo com outras de uma maneira razoável. Eu investi muito trabalho naquele programa [The Walking Dead] para apenas acenar e dizer: ‘adeus, foi divertido’. Quero terminá-lo de forma adequada”, disse.

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