Eis a nota na íntegra:
O contrato com a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), vigente por 19 anos até o fim de 2016, previa o fornecimento de materiais esportivos para uso exclusivo de atletas e integrantes de comissões técnicas e departamentos da entidade. Todas as entregas eram feitas de acordo com a relação de itens e quantidades prevista em contrato e aprovada pelas partes. Sempre coube à CBV a guarda e utilização destes materiais a partir de seu recebimento. Esperamos que o assunto seja esclarecido, pelo bem do esporte.
A matéria foi publicada hoje cedo pelo blog. Entenda o caso:
http://esportes.estadao.com.br/blogs/bruno-voloch/presidente-e-vice-da-cbv-sao-envolvidos-em-venda-ilegal-de-material-da-olympikus-ex-patrocinadora-da-selecao-brasileira/ A CBV, procurada, ainda não se manifestou.
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