Toda vez que o Brasil ganhou de equipes ou seleções sul-americanas foi na bola. No pau, quando fomos pro antijogo ou pro jogo “sucio” (muitas vezes bem provocado por uruguaios e argentinos), quase sempre empatamos, ou fomos goleados impiedosamente.
Ou temos gente expulsa da cancha por não sabermos onde, como, quando, quanto bater. Ou “apenas” respondemos na porrada à milonga, malícia ou mesmo o pau que canta da milícia de chancas.

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Bancando o “esperto” viramos espeto. Sempre. Virando “macho” reviramos chacota. Quase sempre.
Raphinha foi na do Baixinho na entrevista e se expressou mal. Em conversa com Romário, o jogador do Barcelona disse que daria “Porrada neles (nos argentinos). Sem dúvida. Porrada neles. No campo e fora do campo, se tiver de ser”.
Raphinha sabe falar e se posicionar muito bem. Como pessoa e já como líder do Brasil e até do Barcelona. Agora deve apanhar mais do que o cotovelaço que sofreu covarde de Otamendi, nas Eliminatórias de 2022. Até o Papa Francisco pode chegar mais do que chegando nele.
Agora já foi. Vamos jogar. Não pelear.