Para quem está iniciando no mundo cervejeiro, existem algumas siglas no rótulo que podem te ajudar a identificar a qualidade e origem da cerveja com mais precisão. Seja sobre seu aroma, método de produção ou até teor alcoólico, existe uma nomenclatura que vai facilitar a especificação.
De acordo com a matéria da Food&Wine, as siglas podem se estender até às cervejas, visto que existem as IPAs (India Pale Ale), as APAs (American Pale Ale) e tantos outros estilos que ganham essas abreviações. Confira:
ÁLCOOL/ABV
Ainda segundo a matéria, o Álcool por Volume é uma medida padrão presente em uma porção de cerveja. Quanto maior a porcentagem dessa medida, maior é a quantidade de álcool presente.
Ele pode ser medido a partir de um dispositivo conhecido como Alcolyzer. O sistema apresenta o teor total de álcool ao analisar os ingredientes usados e a quantidade de açúcares fermentáveis que existe na receita.
IBU
A sigla IBU trata das Unidades Internacionais de Amargor. É uma unidade de medida utilizada para determinar a quantidade de ácidos alfa originários do lúpulo em uma cerveja. O IBU pode variar entre 1 e 110, sendo mais perceptível o ácido alfa quanto mais alto o número.
Os estilos da English mild e da light lager possuem números menores, enquanto as IPAs possuem medidas maiores.
OG e FG
Utilizada na fabricação de cerveja, a medida de Gravidade Original e Gravidade Final se refere ao açúcar. A gravidade original trata da quantidade de açúcar dissolvido na cerveja que pode ser transformada em álcool durante a fermentação. Já a gravidade final é a quantidade de açúcar não fermentável que continua após a fermentação.

SRM
O SRM é o Método de Referência Padrão que ajuda na identificação da cor da cerveja. Segundo a matéria, a American Society of Brewing Chemists criou a referência em 1950 para classificar a cor final de uma cerveja seguindo os maltes usados no processo de fabricação. O intervalo é de 1 (amarelo claro) a mais de 40 (preto).
DDH
O Double Dry Hopping é uma técnica que os cervejeiros utilizam para conseguir sabores e aromas de lúpulo mais vibrantes em cervejas. Na fabricação tradicional, o lúpulo é misturado à fervura, extraindo os ácidos alfa e conferindo amargor à bebida.
Já no Dry Hopping, os cervejeiros adicionam lúpulo, seja peletizado ou cone inteiro, depois que a cerveja esfria e está fermentando no tanque. Após isso, a cerveja fica alguns dias nos tanques de fermentação, tendo o lúpulo adicionado e deixado em infusão para extrair os sabores do ingrediente - mas sem amargor adicionado.
Melhor cerveja pilsen
Qualidade é um fator chave para a cerveja. Para te ajudar a degustar somente o melhor entre as marcas, o Paladar resolveu testar diferentes cervejas pilsen para descobrir qual amostra se destaca entre todas. Veja a matéria completa aqui.
Melhor cerveja puro malte
E não foi somente a pilsen que se destacou nos testes. As cervejas puro malte também foram alvo de uma avaliação criteriosa de especialistas que elegeram as melhores. Veja a matéria completa aqui.