Foto: Luiz Prado/LUIZ PRADO
Maior nome do automobilismo brasileiro morreu durante o GP de Ímola de 1994 após falha no carro e batida na Curva Tamburello.
Foto: Nelson Almeida/NELSON ALMEIDA
Não há registro da câmera que acompanhava o carro de Senna no momento do acidente. O piloto se aproximava da Curva Tamburello a 260km/h. A imagem desaparece segundos antes do impacto. Foi alegado que a câmera fora desligada para captação de outros carros.
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A autópsia concluiu que Ayrton Senna teve morte instantânea. Dirigentes da F-1 souberam que o piloto havia morrido antes de recomeçar a corrida. A confirmação pública levaria ao cancelamento da prova. A lei italiana previa que uma pessoa era considerada legalmente morta quando há morte cerebral, o que veio apenas quatro horas depois da batida.
Foto: MILTON MICHIDA
O choque quebrou a barra de suspensão direita do carro. Esse braço acertou o capacete do brasileiro, perfurou e afundou a parte frontal da cabeça de Senna. O impacto tão forte fez a cabeça se chocar com a parte de trás do cockpit, levando a uma fratura da base do crânio com perda encefálica, que causou a morte.
Foto: Divulgação/Williams
Em 2007, a Suprema Corte da Itália manteve a culpabilização apenas de Patrick Head, ex-sócio e cofundador da Williams, equipe pela qual Senna pilotava em sua última temporada na F-1. Outras 5 pessoas haviam sido denunciadas por homicídio culposo, mas foram absolvidas: Frank Williams, Adrian Newey, Roland Bruynseraede e Federico Bendinelli.
Foto: NELSON ALMEIDA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE
Head não cumpriu pena porque o caso havia prescrito. Pelas leis italianas, o prazo para a prescrição deste tipo de crime é de sete anos e seis meses. Já haviam se passado 13 anos do acidente quando houve a condenação final.
Foto: ACERVO ESTADÃO
Rubens Barrichello havia batido nos treinos e ficou fora da sequência do GP. O austríaco Roland Ratzenberger sofreu um acidente no classificatório e morreu. Há indícios de que ele tenha morrido na pista e não no hospital, o que deveria cancelar a corrida conforme a lei italiana.
Foto: LUIZ PRADO
Na largada da corrida em que Senna morreu, o finlandês JJ Lehto não conseguiu sair e foi atingido pelo português Pedro Lamy. Safety car na pista. Partes dos carros atingiram espectadores.
Foto: PAULO PINTO
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Redação