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Empresas dos dois países tentam chegar na superinteligência artificial, a chamada AGI, um tipo de sistema com capacidade sobre-humana que existe apenas na ficção científica
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Esse conceito dentro da área de inteligência artificial (IA) descreve um sistema ou uma máquina capaz de compreender, aprender e executar tarefas de forma geral em um nível comparável (ou superior) ao de um ser humano. Na prática, é uma IA flexível, capaz de realizar atividades intelectuais bastante complexas.
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Alcançar esse conceito é a missão principal da OpenAI, criadora do ChatGPT, e uma prioridade para as alas de pesquisa de elite das gigantes da tecnologia Amazon, Google, Meta e Microsoft. No entanto, as empresas chinesas já começaram a superar as concorrentes americanas.
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Essa corrida vai além do simples avanço tecnológico: é uma disputa pela supremacia global no século XXI. Os EUA, com o Vale do Silício e empresas como OpenAI, Google DeepMind e Anthropic estão na vanguarda. Enquanto isso, empresas chinesas apresentam modelos mais baratos e potentes de IA do que os americanos.
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Donald Trump acabou de anunciar o Stargate, um novo projeto de infraestrutura de IA de US$ 500 bilhões. A empreitada deve impulsionar as empresas americanas de IA, principalmente a OpenAI, que é uma das financiadoras iniciais do projeto.
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A startup chinesa DeepSeek lançou, na semana passada, um modelo de IA que usa menos dados e custa uma fração do valor dos concorrentes. O feito não é novo: semanas antes, o Alibaba Cloud já tinha apresentado o Qwen, e agora, lançou uma versão ainda mais poderosa de sua IA, o Qwen 2.5. Ou seja: os chineses já apresentaram duas IAs superpotentes com menos recursos.
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Essa corrida mexeu com o mercado especificamente quando a DeepSeek atingiu o primeiro lugar na lista de aplicativos mais baixados na loja da Apple nesta segunda-feira. Em consequência, as ações da fabricante de chips Nvidia operaram em queda de 11% no mercado americano. Ao mesmo tempo, Microsoft e Meta recuavam 3,3% cada.
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Não existe um consenso, até porque definir o que é “inteligência geral” ainda é um desafio em si. Especialistas sugerem avaliações de benchmark para verificar se a máquina consegue interagir e raciocinar de forma indistinguível de um humano.
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Microsoft investiga se grupo ligado à chinesa DeepSeek roubou dados da OpenAI
João Pedro Adania