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Oleaginosa é nativa do Brasil
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A castanha de baru é velha conhecida dos povos originários e cada vez mais popular em todas as regiões brasileiras e até mundo afora. A seguir, confira motivos para experimentá-la.
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Contém sais minerais, como o zinco e o ferro, aliados contra a anemia, e potássio, que favorece o controle da pressão arterial e ajuda a combater as incômodas cãibras. Também apresenta cálcio, vitamina C, magnésio e cobre.
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A castanha de baru concentra proteína, aquela que é indispensável à construção de músculos.
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Outro destaque é a concentração de gorduras do tipo monoinsaturada – a mesma do azeite –, festejadas pelos efeitos cardioprotetores, incluindo o equilíbrio dos níveis de colesterol no sangue.
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A casca marrom concentra compostos fenólicos, substâncias com potente ação antioxidante e que ajudam a neutralizar os radicais livres, moléculas por trás de danos às artérias, entre outros distúrbios.
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Presentes na castanha de baru, essa substância favorece o funcionamento intestinal e ajuda na sensação de saciedade.
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“Crua ou torrada, a castanha do baru pode ser apreciada como opção de lanche”, sugere a nutricionista Gabriela Mieko Yoshimura, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein. Mas é preciso atentar para a quantidade, pois é um alimento calórico.
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Vai bem ainda triturada e salpicada em frutas, iogurtes, saladas e farofas, por exemplo. “Além de enriquecer com seus nutrientes, acrescenta crocância”, elogia a nutricionista. Outra sugestão é preparar o molho pesto, que leva ainda azeite de oliva e manjericão.
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Comer 1 castanha-do-Pará ao dia já ajuda proteger o cérebro. Confira:
Regina Célia Pereira (Agência Einstein)
Gabriel Damasceno